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Por Amor ao Meu Filho: A Guerra da Custódia

Capítulo 2 

Palavras: 340    |    Lançado em: 25/06/2025

o foi transferido pa

ospital, o espaço vazio debaixo do lenç

nda nã

estava apenas magoada e

nha perna vai ficar boa?

nocente era

iso e acaricie

o. Só precisas de

trazendo um saco de fr

iu-o, o seu rosto era

la sibilou para mim, a sua voz baixa para que o L

entrei em descascar uma maçã pa

isse Pedro, cansado

mento, Pedro? Quando esta mulher des

dedo acusador n

cego, defendes-la sempre. Olha para o que ela fez! O teu filh

alavras e

rosto. "A culpa

undo? Não, estavas a cuidar daquela tua ex-namorad

a sua fúria

aça. O meu neto está a pagar

rto, batendo a

com o barulho e

rrando palavras de confort

rado, uma estátua d

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Por Amor ao Meu Filho: A Guerra da Custódia
Por Amor ao Meu Filho: A Guerra da Custódia
“O quinto aniversário do meu filho, Léo, era para ser um dia de alegria. Insisti em levá-lo ao parque de diversões, já que o Pedro, o meu marido, estava ocupado a cuidar da sua ex-namorada, Clara. Mal sabia eu que uma volta na roda gigante mudaria as nossas vidas para sempre. Léo sofreu um acidente. O médico disse que conseguiram salvar-lhe o braço, mas a perna direita... Foi amputada abaixo do joelho. Enquanto o meu mundo desmoronava, e o meu filho lutava pela vida, eu estava sozinha. O Pedro nem atendeu as minhas chamadas, pois a febre da Clara era, aparentemente, mais séria do que o acidente do nosso filho. Quando ele finalmente apareceu no hospital, horas depois, a sua primeira reação foi culpar-me. "Sofia, foi tudo por tua causa!" A dor de ver o Léo a tentar entender porque a sua perna não estava lá era insuportável. A sua inocência fez o meu coração partir-se em mil pedaços. Para piorar, a minha sogra, Lídia, transformou-se numa fera, acusando-me de arruinar o futuro da família Mendes. E quando percebi que o Pedro nunca me defenderia, que ele continuava a colocar outra mulher à frente do nosso filho ferido, eu soube: não podia mais viver assim. Pedi o divórcio, na esperança de encontrar um pouco de paz. Mas a Lídia não parou por aí. Ela usou toda a força da família Mendes para me tirar o Léo, alegando que eu era uma mãe instável e negligente. E o Pedro? Ele parecia hesitar em testemunhar contra mim. Chegaram ao ponto de conseguir uma ordem de restrição, proibindo-me de me aproximar do meu próprio filho no hospital. A dor de ouvir o Léo a chamar por mim, sem poder acalmá-lo, acendeu uma raiva fria. Eles foram longe demais. Olhei para o Pedro, que finalmente demonstrava alguma culpa. "Arranja-me um advogado. O melhor. Vamos lutar. E vamos ganhar." A minha batalha pela custódia do meu filho tinha acabado de começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10