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Renascer das Cinzas: Sem Rim, Com Coração

Capítulo 1 

Palavras: 846    |    Lançado em: 25/06/2025

ra já estava escuro. O médico disse que a cirurgia ti

sado, e a anestesia a

minha irmã gémea, Sofia. Ela parecia pálida

as, segurava a mã

e ele a Sofia, com a voz cheia de u

mas uma dor aguda atr

sem sequer olhar para mim. "O médi

e para a Sofia. "Tens fome? Queres q

te preocupes, amor. A mãe e o

a chamou

epente, a razão pela qual Lucas insistiu tanto para que

ocupação famili

a minha voz rouca

pura impaciência. "Falar sobre o quê? A Sofia acabou d

o", insisti. "

razendo um recipiente térmico. A minha mãe correu

entes? Trouxemos a tua ca

do, caminhou até mim. O

irmã precisa de paz e sossego. Qualquer

ta. "Eu só queria fal

o noivo da Sofia", disse Lucas, sem

ngiram-me com a forç

que eu tinha visto na mala da Sofia na

vo? Então, o que sou eu, Lucas? A

ática. Sabias que a tua irmã precisav

O meu dever era dar o meu rim para q

pesado. A minha mãe olhou

perturbar a tua irmã. Devias

eriam que eu e

scondida sob o lençol do hospital. Eu tinha-lhes dado u

nha voz a ganhar força.

s ridícula. Depois de tudo o que

questionei. "Mentiste-me

", gritou ele. "Paguei as dívida

s a quererem sair, mas eu forcei-as a recua

a mãe. "A Sofia podia ter mo

gumentei. "Não precisava do meu. Vocês pressionaram-

defendeu

zer diálise. Mas vocês não queriam esperar, po

rostos confirmou a

Estás a delirar por causa dos medicamentos. Vam

do quarto, sem me di

guiu-o. "Luc

m com um misto de raiva e pena. "V

oi consolar a sua filha preferi

to, com a dor física a misturar-se

a galeria e olhei para a última foto que tirei c

o uma m

paguei a foto. Depois

ava a delirar. Pelo contrário, nunca t

o. A minha família, tal

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Renascer das Cinzas: Sem Rim, Com Coração
Renascer das Cinzas: Sem Rim, Com Coração
“Minha irmã gêmea, Sofia, estava à beira da morte e eu, como a única compatível, doei-lhe meu rim, acreditando que salvava uma vida e fortalecia minha família. Mas ao acordar da cirurgia, a ternura que meu marido, Lucas, dedicava à Sofia não era de compaixão, mas de um amor íntimo. Ele a chamou de "querida", segurava sua mão e, sem um olhar para mim, disse: "Ela é minha prioridade. Eu sou o noivo da Sofia." Meu mundo desabou. Meu marido e minha irmã, a quem eu acabara de dar uma parte de mim, haviam me traído. Meus pais, cúmplices da farsa, me acusaram de egoísmo e me disseram para me alegrar por Sofia. Ele me forçou a assinar o divórcio, sem nada, ameaçando meu pai. Minha mãe me chamou de ingrata por sequer pensar em vingança. Deitada sozinha no hospital, com uma cicatriz visível no corpo e uma invisível na alma, pensei: Como puderam fazer isso? Eles me usaram! Agora, sem dinheiro, sem família e sem um rim, só me restava uma opção: reconstruir minha vida do zero e provar que não sou a "doadora de órgãos de reserva" deles. Esta não era a história de uma vítima, mas de uma mulher que, mesmo despedaçada, lutaria para se reerguer.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10