Jiang Mu
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Livros e Histórias de Jiang Mu
De Esposa Invisível a Poderosa
Moderno Por cinco anos, enterrei meus sonhos e me tornei a esposa invisível de Fabrício Costa, suportando sua frieza apenas para custear o tratamento da minha avó.
Mas quando América, o grande amor do passado dele, retornou, fui brutalmente substituída dentro da minha própria casa.
O golpe final não foi ver meu marido correr para os braços dela, mas ouvir Estêvão, a criança que criei e amei como se fosse minha, me chamar de "chata" e oferecer minhas economias para a "tia legal".
No dia em que América me empurrou da escada diante de todos, Fabrício ignorou meu sangue no chão para consolar o tornozelo fingido dela.
Ali, enquanto eles brincavam de família feliz sobre a minha dor, meu coração finalmente congelou.
Sem olhar para trás, assinei o divórcio, renunciei à guarda de Estêvão e desapareci no mundo para me tornar quem eu nasci para ser.
Anos depois, ao me encontrarem rica, poderosa e amada por outro homem, eles choram de arrependimento aos meus pés, mas eu só tenho uma coisa a dizer:
"Não existe 'nós', Fabrício. Vocês fizeram suas escolhas, agora vivam com elas." Adeus, Amor de Mentira
Moderno Lucas Silva finalmente sentiu o peso do mundo sair de seus ombros.
Conseguiu o contrato multimilionário que salvaria a empresa de design de sua esposa, Ana Clara, pela enésima vez.
Era seu ganso dos ovos de ouro, o verdadeiro gênio criativo por trás de todo sucesso dela.
Cansado, mas eufórico, esperava agora o reconhecimento, talvez aquele relógio de luxo que tanto queria.
Mas Ana Clara, com um sorrisinho condescendente, pegou uma caneta preta e, em seu pulso, desenhou um relógio infantil: "É um presente simbólico, querido. Sabe das nossas dificuldades financeiras."
"Dificuldades financeiras." Enquanto a tinta preta parecia uma mancha humilhante em sua pele, a frase ecoava.
Então, ao abrir o Instagram em casa, seu sangue gelou. A primeira postagem: Pedro Costa, assistente de Ana Clara, encostado em um carro esportivo luxuoso recém-comprado.
A legenda dizia: "Obrigado, meu amor, pelo presente incrível! O verdadeiro amor da minha vida!" No reflexo do carro, a silhueta de Ana Clara, tirando a foto.
Uma facada no estômago. Não havia dinheiro para um relógio para o marido que salvou a empresa, mas havia uma fortuna para um carro para o amante.
A raiva fria e lúcida se instalou. Ele curtiu a postagem.
O telefone tocou quase imediatamente. A voz de Ana Clara era pânico e irritação: "Lucas? Por que você curtiu a foto do Pedro? Está insinuando algo? É só um bônus."
A hipocrisia, tão descarada. Um bônus que valia mais que seu salário anual!
Sua voz saiu calma, gelada e irrevogável: "Ana Clara. Vamos nos divorciar."
Ela riu, com escárnio. "Divórcio? Não seja dramático por causa de um carro, Lucas! Não tem senso de humor?"
Ele desligou. Um cansaço de alma o invadiu. Por cinco anos, ele foi o ganso dos ovos de ouro, construindo o império dela com promessas vazias.
Mas então, seu celular vibrou novamente. Sua equipe de design, seus colegas leais, tinham visto sua curtida.
Eles estavam reagindo. Sofia, sua designer sênior, comentou na foto: "Meritocracia aqui é diferente, né? Enquanto o gênio que salvou a empresa ganhou um relógio de caneta..."
Outros comentários ácidos se seguiram. Eles o defendiam. Um calor inesperado se espalhou por Lucas. Ele não estava sozinho.
O telefone tocou de novo. Ana Clara, furiosa: "Lucas, o que você fez? Mande sua equipe apagar esses comentários! Se não, estarão todos na rua amanhã!"
A ameaça era real. A barreira de gelo de Lucas finalmente se quebrou.
"Você não vai tocar na minha equipe." Ele então se lembrou: Pedro não tinha qualificações. Ela o contratou por causa do relacionamento deles.
Não era apenas traição, mas um esquema de longa data, onde ele financiava o caso de sua própria esposa.
"O problema não é meu, Ana Clara. É seu." Ele desligou o chamada, bloqueando o número dela.
Ele havia sido cego, um tolo. Mas agora, enxergava. Ela usava a lealdade dele como arma.
Mas ela estava errada. A tentativa de manipulação teve o efeito oposto.
Em vez de encurralado, Lucas sentiu-se libertado. Ele não se submeteria.
A melhor maneira de protegê-los era tirá-los de lá.
Naquela mesma tarde, Lucas chamou Sofia.
"Se eu saísse desta empresa, quantos de vocês viriam comigo?"
Sofia sorriu: "A pergunta não é quantos, Lucas. A pergunta é quando. Todos nós. Nós não trabalhamos para a 'Empresa Ana Clara Design'. Nós trabalhamos para Lucas Silva."
Lucas respirou fundo. Ele pegou seu telefone. Ricardo Almeida, CEO da maior concorrente da empresa de Ana Clara.
"Ricardo, aqui é Lucas Silva. Sua oferta ainda está de pé?"
"Sempre. Diga-me o que você precisa."
"Salários 30% maiores para minha equipe, bônus de contratação substancial e autonomia para mim como Diretor de Design."
"Fechado. Vocês começam na próxima segunda."
O peso de anos de manipulação finalmente se levantou. Ele não era um peão. Ele era a peça mais importante, e virara o jogo.
Naquela noite, abriu o cofre. Pegou o acordo pré-nupcial que ela insistira. Ela o criara para se proteger, mas agora ele garantiria sua liberdade.
Com determinação fria, começou a preparar os papéis do divórcio. Não haveria mais discussões. Apenas a lei. Divórcio e Recomeço: A Virada de Lucas
Moderno A celebração do projeto de milhões, o "Residencial Vistas do Atlântico", era para ser o auge de Lucas Silva, o arquiteto por trás de cada linha. Mas, no salão mais caro da cidade, ele se sentia um estranho na própria festa.
Seu coração gelou quando sua esposa, Patrícia Costa, a dona da empresa que ele ajudou a construir, chamou ao palco não ele, mas Marcelo Fernandes, o "assistente" que chegou há seis meses e cuja maior contribuição era buscar café.
"Nada disso seria possível sem a visão e dedicação incansável do meu novo assistente, Marcelo Fernandes!" a voz dela ecoou, enquanto Marcelo, charmoso e sorridente, era abraçado por Patrícia.
Lucas assistiu paralisado, a humilhação pública queimando. Ele, o homem que liderou a equipe, que fechou o contrato de cinquenta milhões, foi jogado de lado. Mais tarde, um cheque de cinco mil reais. Menos que o salário de um estagiário.
Do outro lado do salão, Patrícia presenteava Marcelo com um relógio caríssimo e as chaves de um carro esportivo novo, totalizando um milhão de reais.
"Cinco mil reais, Patrícia? É isso que o meu trabalho vale para você?" ele questionou, a voz baixa, mas firme.
Ela respondeu com desdém, culpando-o por ser "acomodado", enquanto o defendia por "trazer nova energia". Mais tarde, em casa, a gota d´água: Marcelo postou uma foto com Patrícia no Instagram, a legenda: "Te amo, minha chefe."
Ela não demonstrou culpa, apenas irritação. "Você está exagerando, como sempre!"
Lucas, sentindo a frieza inacreditável da mulher que o traía profissional e pessoalmente, finalmente desabou.
"Acabou, Patrícia."
"Eu quero o divórcio." Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche
Moderno O meu filho, Leo, morreu no dia do seu terceiro aniversário.
Ainda em choque, com o bolo intocado e as velas por acender, o telefone tocou. Era Pedro, o meu marido, no que devia ser o dia mais trágico das nossas vidas.
Mas ele não estava preocupado com a nossa perda. A sua voz, cheia de raiva, culpava-me pela partida de Leo, enquanto se apressava a consolar a "frágil" Sofia, a sua "melhor amiga".
A voz da minha sogra, Dona Elvira, logo se juntou, fria e cortante: "Se não consegues cuidar de uma criança, para que é que a tiveste?" Senti o abandono num dia em que mais precisava dele.
Pedro chegou a casa cheirando ao perfume dela, mas não vinha para me consolar; vinha exigir que eu mantivesse as aparências, pela sua empresa, pelo seu império. Ele não se importava com o nosso filho morto, apenas com a sua reputação.
Ao lado do túmulo do meu Leo, a minha sogra e a Sofia choravam num abraço cúmplice - a velha senhora a consolar a amante do meu marido, enquanto me apontava como a "péssima mãe" culpada. A injustiça era esmagadora, sufocante.
Mas já não sou a esposa dócil. A mulher que ele conhecia morreu com o meu filho. Ninguém me tiraria mais nada. Decidi que era hora de virar a mesa. Eu não ia fugir. Eu ia lutar, e faria justiça pelo meu Leo. Renascer das Cinzas: Sem Rim, Com Coração
Romance Minha irmã gêmea, Sofia, estava à beira da morte e eu, como a única compatível, doei-lhe meu rim, acreditando que salvava uma vida e fortalecia minha família.
Mas ao acordar da cirurgia, a ternura que meu marido, Lucas, dedicava à Sofia não era de compaixão, mas de um amor íntimo.
Ele a chamou de "querida", segurava sua mão e, sem um olhar para mim, disse: "Ela é minha prioridade. Eu sou o noivo da Sofia."
Meu mundo desabou. Meu marido e minha irmã, a quem eu acabara de dar uma parte de mim, haviam me traído.
Meus pais, cúmplices da farsa, me acusaram de egoísmo e me disseram para me alegrar por Sofia.
Ele me forçou a assinar o divórcio, sem nada, ameaçando meu pai. Minha mãe me chamou de ingrata por sequer pensar em vingança.
Deitada sozinha no hospital, com uma cicatriz visível no corpo e uma invisível na alma, pensei:
Como puderam fazer isso? Eles me usaram!
Agora, sem dinheiro, sem família e sem um rim, só me restava uma opção: reconstruir minha vida do zero e provar que não sou a "doadora de órgãos de reserva" deles.
Esta não era a história de uma vítima, mas de uma mulher que, mesmo despedaçada, lutaria para se reerguer. Você pode gostar
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Então, Allison aceitou o divórcio e foi embora.
No mesmo dia, a família real a reivindicou como sua princesa perdida.
Agora, coroa, fortuna, poder, três irmãos formidáveis e um companheiro real escolhido a dedo estavam ao seu lado.
O irmão mais velho, o traficante de armas mais temido do mundo, empurrou um cartão preto sobre a mesa. "Pegue. Compre o que quiser."
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Era tarde demais. Ela não era mais a esposa de Nolan, mas seu maior arrependimento. A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
Alissa Nexus Durante o meu plantão na emergência, meu marido bilionário, August, invadiu a sala aos gritos, carregando uma mulher ensanguentada nos braços.
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Mas ele não sabia de um detalhe: nosso contrato de casamento expirava em exatamente três dias.
Limpei o sangue do meu braço, deixei os papéis do divórcio assinados na mesa dele e peguei minha única mala. Dentro dela, estava o disco rígido com a tecnologia de IA de bilhões de dólares que construí em segredo.
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A esposa troféu estava morta. Agora, era a minha vez de jogar. Sete anos uma tola, um dia uma rainha
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***
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Stella Montgomery Kristine amava Colton de forma intensa e humilde.
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Waylen apareceu novamente, se ajoelhou e disse: "Posso ter prioridade, Rena? Ainda quero você."