Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche

Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche

Jiang Mu

5.0
Comentário(s)
174
Leituras
11
Capítulo

O meu filho, Leo, morreu no dia do seu terceiro aniversário. Ainda em choque, com o bolo intocado e as velas por acender, o telefone tocou. Era Pedro, o meu marido, no que devia ser o dia mais trágico das nossas vidas. Mas ele não estava preocupado com a nossa perda. A sua voz, cheia de raiva, culpava-me pela partida de Leo, enquanto se apressava a consolar a "frágil" Sofia, a sua "melhor amiga". A voz da minha sogra, Dona Elvira, logo se juntou, fria e cortante: "Se não consegues cuidar de uma criança, para que é que a tiveste?" Senti o abandono num dia em que mais precisava dele. Pedro chegou a casa cheirando ao perfume dela, mas não vinha para me consolar; vinha exigir que eu mantivesse as aparências, pela sua empresa, pelo seu império. Ele não se importava com o nosso filho morto, apenas com a sua reputação. Ao lado do túmulo do meu Leo, a minha sogra e a Sofia choravam num abraço cúmplice - a velha senhora a consolar a amante do meu marido, enquanto me apontava como a "péssima mãe" culpada. A injustiça era esmagadora, sufocante. Mas já não sou a esposa dócil. A mulher que ele conhecia morreu com o meu filho. Ninguém me tiraria mais nada. Decidi que era hora de virar a mesa. Eu não ia fugir. Eu ia lutar, e faria justiça pelo meu Leo.

Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche Introdução

O meu filho, Leo, morreu no dia do seu terceiro aniversário.

Ainda em choque, com o bolo intocado e as velas por acender, o telefone tocou. Era Pedro, o meu marido, no que devia ser o dia mais trágico das nossas vidas.

Mas ele não estava preocupado com a nossa perda. A sua voz, cheia de raiva, culpava-me pela partida de Leo, enquanto se apressava a consolar a "frágil" Sofia, a sua "melhor amiga".

A voz da minha sogra, Dona Elvira, logo se juntou, fria e cortante: "Se não consegues cuidar de uma criança, para que é que a tiveste?" Senti o abandono num dia em que mais precisava dele.

Pedro chegou a casa cheirando ao perfume dela, mas não vinha para me consolar; vinha exigir que eu mantivesse as aparências, pela sua empresa, pelo seu império. Ele não se importava com o nosso filho morto, apenas com a sua reputação.

Ao lado do túmulo do meu Leo, a minha sogra e a Sofia choravam num abraço cúmplice - a velha senhora a consolar a amante do meu marido, enquanto me apontava como a "péssima mãe" culpada. A injustiça era esmagadora, sufocante.

Mas já não sou a esposa dócil. A mulher que ele conhecia morreu com o meu filho. Ninguém me tiraria mais nada. Decidi que era hora de virar a mesa. Eu não ia fugir. Eu ia lutar, e faria justiça pelo meu Leo.

Continuar lendo

Outros livros de Jiang Mu

Ver Mais
Adeus, Amor de Mentira

Adeus, Amor de Mentira

Moderno

5.0

Lucas Silva finalmente sentiu o peso do mundo sair de seus ombros. Conseguiu o contrato multimilionário que salvaria a empresa de design de sua esposa, Ana Clara, pela enésima vez. Era seu ganso dos ovos de ouro, o verdadeiro gênio criativo por trás de todo sucesso dela. Cansado, mas eufórico, esperava agora o reconhecimento, talvez aquele relógio de luxo que tanto queria. Mas Ana Clara, com um sorrisinho condescendente, pegou uma caneta preta e, em seu pulso, desenhou um relógio infantil: "É um presente simbólico, querido. Sabe das nossas dificuldades financeiras." "Dificuldades financeiras." Enquanto a tinta preta parecia uma mancha humilhante em sua pele, a frase ecoava. Então, ao abrir o Instagram em casa, seu sangue gelou. A primeira postagem: Pedro Costa, assistente de Ana Clara, encostado em um carro esportivo luxuoso recém-comprado. A legenda dizia: "Obrigado, meu amor, pelo presente incrível! O verdadeiro amor da minha vida!" No reflexo do carro, a silhueta de Ana Clara, tirando a foto. Uma facada no estômago. Não havia dinheiro para um relógio para o marido que salvou a empresa, mas havia uma fortuna para um carro para o amante. A raiva fria e lúcida se instalou. Ele curtiu a postagem. O telefone tocou quase imediatamente. A voz de Ana Clara era pânico e irritação: "Lucas? Por que você curtiu a foto do Pedro? Está insinuando algo? É só um bônus." A hipocrisia, tão descarada. Um bônus que valia mais que seu salário anual! Sua voz saiu calma, gelada e irrevogável: "Ana Clara. Vamos nos divorciar." Ela riu, com escárnio. "Divórcio? Não seja dramático por causa de um carro, Lucas! Não tem senso de humor?" Ele desligou. Um cansaço de alma o invadiu. Por cinco anos, ele foi o ganso dos ovos de ouro, construindo o império dela com promessas vazias. Mas então, seu celular vibrou novamente. Sua equipe de design, seus colegas leais, tinham visto sua curtida. Eles estavam reagindo. Sofia, sua designer sênior, comentou na foto: "Meritocracia aqui é diferente, né? Enquanto o gênio que salvou a empresa ganhou um relógio de caneta..." Outros comentários ácidos se seguiram. Eles o defendiam. Um calor inesperado se espalhou por Lucas. Ele não estava sozinho. O telefone tocou de novo. Ana Clara, furiosa: "Lucas, o que você fez? Mande sua equipe apagar esses comentários! Se não, estarão todos na rua amanhã!" A ameaça era real. A barreira de gelo de Lucas finalmente se quebrou. "Você não vai tocar na minha equipe." Ele então se lembrou: Pedro não tinha qualificações. Ela o contratou por causa do relacionamento deles. Não era apenas traição, mas um esquema de longa data, onde ele financiava o caso de sua própria esposa. "O problema não é meu, Ana Clara. É seu." Ele desligou o chamada, bloqueando o número dela. Ele havia sido cego, um tolo. Mas agora, enxergava. Ela usava a lealdade dele como arma. Mas ela estava errada. A tentativa de manipulação teve o efeito oposto. Em vez de encurralado, Lucas sentiu-se libertado. Ele não se submeteria. A melhor maneira de protegê-los era tirá-los de lá. Naquela mesma tarde, Lucas chamou Sofia. "Se eu saísse desta empresa, quantos de vocês viriam comigo?" Sofia sorriu: "A pergunta não é quantos, Lucas. A pergunta é quando. Todos nós. Nós não trabalhamos para a 'Empresa Ana Clara Design'. Nós trabalhamos para Lucas Silva." Lucas respirou fundo. Ele pegou seu telefone. Ricardo Almeida, CEO da maior concorrente da empresa de Ana Clara. "Ricardo, aqui é Lucas Silva. Sua oferta ainda está de pé?" "Sempre. Diga-me o que você precisa." "Salários 30% maiores para minha equipe, bônus de contratação substancial e autonomia para mim como Diretor de Design." "Fechado. Vocês começam na próxima segunda." O peso de anos de manipulação finalmente se levantou. Ele não era um peão. Ele era a peça mais importante, e virara o jogo. Naquela noite, abriu o cofre. Pegou o acordo pré-nupcial que ela insistira. Ela o criara para se proteger, mas agora ele garantiria sua liberdade. Com determinação fria, começou a preparar os papéis do divórcio. Não haveria mais discussões. Apenas a lei.

Divórcio e Recomeço: A Virada de Lucas

Divórcio e Recomeço: A Virada de Lucas

Moderno

5.0

A celebração do projeto de milhões, o "Residencial Vistas do Atlântico", era para ser o auge de Lucas Silva, o arquiteto por trás de cada linha. Mas, no salão mais caro da cidade, ele se sentia um estranho na própria festa. Seu coração gelou quando sua esposa, Patrícia Costa, a dona da empresa que ele ajudou a construir, chamou ao palco não ele, mas Marcelo Fernandes, o "assistente" que chegou há seis meses e cuja maior contribuição era buscar café. "Nada disso seria possível sem a visão e dedicação incansável do meu novo assistente, Marcelo Fernandes!" a voz dela ecoou, enquanto Marcelo, charmoso e sorridente, era abraçado por Patrícia. Lucas assistiu paralisado, a humilhação pública queimando. Ele, o homem que liderou a equipe, que fechou o contrato de cinquenta milhões, foi jogado de lado. Mais tarde, um cheque de cinco mil reais. Menos que o salário de um estagiário. Do outro lado do salão, Patrícia presenteava Marcelo com um relógio caríssimo e as chaves de um carro esportivo novo, totalizando um milhão de reais. "Cinco mil reais, Patrícia? É isso que o meu trabalho vale para você?" ele questionou, a voz baixa, mas firme. Ela respondeu com desdém, culpando-o por ser "acomodado", enquanto o defendia por "trazer nova energia". Mais tarde, em casa, a gota d´água: Marcelo postou uma foto com Patrícia no Instagram, a legenda: "Te amo, minha chefe." Ela não demonstrou culpa, apenas irritação. "Você está exagerando, como sempre!" Lucas, sentindo a frieza inacreditável da mulher que o traía profissional e pessoalmente, finalmente desabou. "Acabou, Patrícia." "Eu quero o divórcio."

Você deve gostar

Resistindo ao Meu Marido Mafioso Possessivo

Resistindo ao Meu Marido Mafioso Possessivo

Ife Anyi

Aviso: Conteúdo 18+ para público adulto. Trecho do Livro: Donovan: Seus olhos verdes encantadores, que estavam vivos de paixão no dia em que eu disse que ela podia ir às compras, agora estão pálidos, com apenas o desespero dançando dentro deles. "Estou muito ciente dos meus deveres como sua esposa, Sr. Castellano." Meus olhos escurecem com o uso formal do meu nome. Já disse para ela parar com isso. Parece errado. Como se ela não me pertencesse. Cerrei o maxilar enquanto espero que ela termine a frase, mas seu sorriso frio se alarga. "Ah, você não gosta quando eu te chamo de Sr. Castellano, não é? Que pena. Você não pode forçar a minha boca a dizer o que você quer ouvir." O sangue corre para minha virilha enquanto suas palavras se acomodam no ar tenso entre nós. Será que ela percebe a gravidade do que acabou de dizer? Será que ela sabe que gemeu meu nome enquanto eu tinha sua boceta molhada na minha boca? Será que sabe o quanto ficou carente quando quis que eu a tomasse, mesmo sem estar totalmente acordada? E será que ela tem consciência de que eu sei o quanto ela me deseja em seus sonhos, enquanto na vida real finge me odiar? Ela me encara com raiva enquanto eu ferve, olhando para baixo, para ela. "É Donovan", digo sombriamente, resistindo à atração dos lábios dela e mantendo meu olhar em seus olhos. "Sr. Castellano", ela rebate. Meu rosto se aproxima, pronto para lhe dar um beijo punitivo, quando um som seco ecoa pelo quarto e então percebo, tarde demais, que acabei de levar um tapa, meu rosto virando para o lado, afastando-se de Eliana. Eliana me deu um tapa. A filha de Luis Santario acabou de me dar um tapa. Assim como o pai dela fizera muitas noites atrás. A vergonha me invade, mas logo é esmagada por uma raiva quente e violenta. Como ela ousa? Como essa vadia ousa?! A bochecha dela fica vermelha instantaneamente com as marcas dos meus dedos. O sangue escorre de seu nariz, e o cabelo, que estava preso em um coque bagunçado, se espalha ao redor de seu rosto. A cabeça de Eliana permanece baixa enquanto o sangue de seu nariz pinga sobre os lençóis brancos da cama. --- Eliana: Eu sei que estou assinando minha sentença de morte ao provocá-lo desse jeito, mas o que mais posso fazer quando ele já planejou me matar? Posso muito bem facilitar as coisas para ele, tirando-o do sério. Se eu não o afastar, tenho medo de começar a confundir as linhas entre meus sonhos e a realidade. O Donovan dos meus sonhos é drasticamente diferente do da vida real. Se meus planos para escapar desse casamento não derem certo, posso acabar morta ou, pior ainda, apaixonada por Donovan Castellano. E eu prefiro morrer agora a me apaixonar por ele e morrer depois. --- Anos atrás, Donovan Castellano passou por algo que o mudou irrevogavelmente para pior, e o pai de Eliana foi o culpado. Anos depois, o pai de Eliana morre. Eliana não conhece o passado sombrio do pai nem o motivo de Donovan Castellano tê-la comprado e depois se casado com ela. Mas ela sabe que ele quer sangue e pretende matá-la. Porém, por quanto tempo ela continuará se defendendo quando a forma como ele a toca e a beija em seus sonhos começa a confundir os limites entre realidade e ficção? Donovan conseguirá finalmente se vingar de Eliana pelo que o pai dela lhe fez? E Eliana conseguirá resistir às investidas de seu marido mafioso possessivo, mesmo quando ele diz que quer vê-la morta? Leia para descobrir.

Capítulo
Ler agora
Baixar livro
Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche Jiang Mu Moderno
“O meu filho, Leo, morreu no dia do seu terceiro aniversário. Ainda em choque, com o bolo intocado e as velas por acender, o telefone tocou. Era Pedro, o meu marido, no que devia ser o dia mais trágico das nossas vidas. Mas ele não estava preocupado com a nossa perda. A sua voz, cheia de raiva, culpava-me pela partida de Leo, enquanto se apressava a consolar a "frágil" Sofia, a sua "melhor amiga". A voz da minha sogra, Dona Elvira, logo se juntou, fria e cortante: "Se não consegues cuidar de uma criança, para que é que a tiveste?" Senti o abandono num dia em que mais precisava dele. Pedro chegou a casa cheirando ao perfume dela, mas não vinha para me consolar; vinha exigir que eu mantivesse as aparências, pela sua empresa, pelo seu império. Ele não se importava com o nosso filho morto, apenas com a sua reputação. Ao lado do túmulo do meu Leo, a minha sogra e a Sofia choravam num abraço cúmplice - a velha senhora a consolar a amante do meu marido, enquanto me apontava como a "péssima mãe" culpada. A injustiça era esmagadora, sufocante. Mas já não sou a esposa dócil. A mulher que ele conhecia morreu com o meu filho. Ninguém me tiraria mais nada. Decidi que era hora de virar a mesa. Eu não ia fugir. Eu ia lutar, e faria justiça pelo meu Leo.”
1

Introdução

27/06/2025

2

Capítulo 1

27/06/2025

3

Capítulo 2

27/06/2025

4

Capítulo 3

27/06/2025

5

Capítulo 4

27/06/2025

6

Capítulo 5

27/06/2025

7

Capítulo 6

27/06/2025

8

Capítulo 7

27/06/2025

9

Capítulo 8

27/06/2025

10

Capítulo 9

27/06/2025

11

Capítulo 10

27/06/2025