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Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche

Capítulo 1 

Palavras: 573    |    Lançado em: 27/06/2025

rreu no dia do seu t

inha, eu não

stava ao telefone, a s

isse-te para não deixares o Leo perto da

Eu disse-te que precis

u tive que ir ter com ela. Ela quase

sogra, a Dona Elvira, ve

fia agora? O médico já a viu? C

ou-se fria e cortante q

r tão descuidada? Se não consegues cuidar

guei o t

eguia ou

de aniversário do Leo na mesa, com

da não tinha

chegou a

noite, cheirava a perfume d

ra mim, foi dire

vorciar-n

u mais firme do

-se lentamente, o rosto dele era u

rte do nosso filho para me m

ular ninguém. Eu não

ia dela fez tanto por nós, pela minha empresa. Ten

crif

nhecia o s

s, ele era apenas um gestor de

melhor amiga dele, i

rnou-se uma presença co

avariava, o Pe

ha, o Pedro passava ho

nico, o Pedro largava tudo p

a a esposa

ho

r em casa, para celebrar o

prom

igou, e ele f

ar os brinquedos, decorar a

fal

dele tocou.

a sua voz mudou, tornou-s

preocupes, está tudo bem. Descansa,

ra mim, o desprezo nos

? Agora ela está p

o res

ara a aliança de casamento que

ilho esta

a consolar

to era uma coisa

já estava a morrer lentamente, a

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Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche
Não Sou Mais a Esposa Dócil: A Revanche
“O meu filho, Leo, morreu no dia do seu terceiro aniversário. Ainda em choque, com o bolo intocado e as velas por acender, o telefone tocou. Era Pedro, o meu marido, no que devia ser o dia mais trágico das nossas vidas. Mas ele não estava preocupado com a nossa perda. A sua voz, cheia de raiva, culpava-me pela partida de Leo, enquanto se apressava a consolar a "frágil" Sofia, a sua "melhor amiga". A voz da minha sogra, Dona Elvira, logo se juntou, fria e cortante: "Se não consegues cuidar de uma criança, para que é que a tiveste?" Senti o abandono num dia em que mais precisava dele. Pedro chegou a casa cheirando ao perfume dela, mas não vinha para me consolar; vinha exigir que eu mantivesse as aparências, pela sua empresa, pelo seu império. Ele não se importava com o nosso filho morto, apenas com a sua reputação. Ao lado do túmulo do meu Leo, a minha sogra e a Sofia choravam num abraço cúmplice - a velha senhora a consolar a amante do meu marido, enquanto me apontava como a "péssima mãe" culpada. A injustiça era esmagadora, sufocante. Mas já não sou a esposa dócil. A mulher que ele conhecia morreu com o meu filho. Ninguém me tiraria mais nada. Decidi que era hora de virar a mesa. Eu não ia fugir. Eu ia lutar, e faria justiça pelo meu Leo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10