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A Vingança da Herdeira Roubada

Capítulo 2 

Palavras: 336    |    Lançado em: 25/06/2025

ou para mi

so. Estás apenas chateada por

-me no braço, ma

roubaste o nosso futu

mília! Tu não entendes? A Sofia não

subir, uma defesa fra

osso filho, que nunca vai nascer por

o dia começaram a cair. Eu odiava chor

É só dinheiro. Nós conseguimos mais di

dinh

aquilo arrefeceu a minha d

Miguel. Era a nossa única o

stração que eu conhecia bem. Era o que ele fazi

edir-lhe para devolver o din

e inco

atirar roupas para dentro, sem cuidado. T-shirts

e, a sua voz ag

? Não faças isto. Vamo

para resolv

gi-me à porta. Ele b

u deixar ir.

com quem casei, o homem com quem sonhei c

nha frente

le deve ter visto algo no meu olhar

hei pa

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A Vingança da Herdeira Roubada
A Vingança da Herdeira Roubada
“O médico disse que a FIV falhou. Mais um ciclo, mais uma esperança a desvanecer-se. Três anos a tentar, com o dinheiro a escassear. Em casa, o silêncio era esmagador, um eco da minha alma vazia. Abri o portátil, a nossa conta poupança. O saldo: 7,84€. Cento e cinquenta mil euros da herança da minha avó tinham desaparecido, transferidos para uma conta desconhecida. Miguel chegou. O seu sorriso congelou ao ver o ecrã. "Miguel, onde está o dinheiro?" Ele confessou, num sussurro covarde. "Foi para a Sofia. O negócio dela..." Sofia, sua irmã mimada, irresponsável. Ele dera a nossa última esperança a ela. A sua família tentou justificar, minimizando a traição como um "empréstimo" e chamando-me de "dramática". "É só dinheiro", disse Miguel, com uma calma que arrefeceu a minha dor em gelo. "Não sejas tola, Lúcia. O casamento é para sempre", implorou a minha sogra. A herança da minha avó. O nosso sonho de um filho. Tudo roubado para salvar uma boutique de luxo. Senti-me perdida, cercada por uma família que validava o abuso. No entanto, a verdade nua e crua veio de forma mais fria. Escondida no escritório de Miguel, ouvi a Sofia rir: "Ela acreditou mesmo que eu ia pagar?" E Miguel, o meu marido, concordou em mentir. Para me proteger de quê? Da verdade? Não. Para proteger a sua irmã. Ele não ia me defender. Ele nunca o faria. Naquele momento, não havia mais dor; apenas uma clareza cortante. Naquela noite, eu estava num jantar na casa dos meus sogros, uma armadilha de falsa reconciliação. Eles apresentaram um acordo para eu assinar, "para a minha paz de espírito". Eu sorri. Tirei da mala a notificação judicial. "Eu não vou assinar isso. Isto, no entanto, é para vocês." Deixei-os no caos. O meu inferno tinha-os encontrado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10