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O Silêncio da Dor, o Grito da Verdade

Capítulo 1 

Palavras: 554    |    Lançado em: 26/06/2025

, morreu no seu te

os, o seu pequeno corpo

brar o aniversário da filha do seu chefe, que p

meras vezes, mas

falar com ele, a sua voz

a do Sr. Almeida está a fazer anos, é uma grande f

a, mas forcei-me

febre alta e não para de vomitar. Por favor, v

i a música alta da festa e

bre. Crianças ficam doentes o tempo todo. Não posso simp

a voz do seu

quer que lhe cantes

ondeu o Pedro, a sua voz sub

ou-se para

ve isso sozinha. És a mãe

desl

va pálido e os seus lábios azuis. O

hamei um táxi e cor

tarde

uma meningite fulminant

a hora mais cedo, talvez

ho

ssei a tentar

redor do hospital, segurando

ficou em

tal, horas depois, o seu cabelo estava um p

e franziu

que é que estás no ch

s olhei para ele, sent

erto por um lençol branco nos meus

não po

ntamente, o meu c

vorciar-n

ranha, como se perte

cado. A sua dor pareceu

o acabou de... e tu estás a falar

me atingiu. Nada me

. "Eu liguei. Ele precisava de ti. E tu est

ra uma pedra q

era tão grave! Eu estava a trabalhar

turo

va ali, debaixo da

a dizer. A minha d

por ele morreu juntam

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O Silêncio da Dor, o Grito da Verdade
O Silêncio da Dor, o Grito da Verdade
“No terceiro aniversário do meu filho Lucas, ele morreu. No meu colo, o seu corpo ficou gradualmente frio. Eu pedia ajuda ao meu marido, Pedro, mas ele não atendeu. Ele estava numa festa, celebrando a filha do chefe, a rir e cantar. Quando finalmente o contactei, a sua voz foi de irritação e desdém. "Não me incomodes com coisas sem importância," disse ele, enquanto Lucas vomitava e tremia. "Dá-lhe um remédio para a febre. Crianças ficam doentes o tempo todo." Ele escolheu a sua carreira, a festa, a filha do chefe em vez do filho que morria. Ninguém quis vir. Ninguém se importou. Apenas eu e o Lucas. No hospital, disseram-nos que se tivéssemos chegado uma hora mais cedo, ele podia ter sobrevivido. Uma hora. O tempo que Pedro dedicou à sua irresponsabilidade, não ao nosso filho. Quando ele finalmente apareceu, cheirava a champanhe, mais preocupado com a minha presença no chão do que com o nosso tragédia. A dor dele era uma farsa. A minha decisão foi imediata: "Vamos divorciar-nos." Ele e a sua mãe, a minha sogra, tentaram esmagar-me com acusações e mentiras, pintando-me como a mãe fria e culpada. Pedro ofereceu dinheiro, silêncio, tentou esconder a sua monstruosidade. Mas eu não tinha mais nada a perder. Eu não iria mais calar-me. A sua colega de trabalho, Ana, sabia a verdade. E essa verdade estava prestes a destruir tudo o que ele prezava. Porque, desta vez, eu não me curvaria.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10