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O Silêncio da Dor, o Grito da Verdade

Capítulo 2 

Palavras: 569    |    Lançado em: 26/06/2025

omecei a arrumar a

cada peça de roupa, er

e do Pedro, entrou

ra as caixas

s dele tão depressa? Nem sequer o enterrast

obrar uma pequen

as minhas coisa

m som áspero

O Pedro está de coração partido.

estava lá quando o coração d

em a sua carreira e a filha do

mou-se, o seu rosto

O Pedro estava a construir uma vida para vocês! E tu? O que fizeste? Provavelmente nem c

alavras e

stava a fazer e

Eu estava lá. Onde

as eu segurei-lhe o pulso. A minha

com uma voz fria que não reconhe

do meu filho!

muito mai

zendo que eu era uma esp

As suas palavras n

Pedro chegou a ca

marães, um homem de fa

r. "Eu não quero o divórcio. Acho que estamos

imarães

frimento. No entanto, o meu cliente, o Sr. Alves, acredita

is, sentada no sofá

o não é por imp

lhou para mim, os se

o Lucas. Eu cometi um erro terrível, eu

vou superar isto sozinha. Tu vais

o Sr. Guima

discutir os termos. O Pedro est

nerosidade dele. E

-se, a sua frust

ngança? Queres castigar-

Pedro. Eu só quero que d

a enfurecê-lo mais d

am. Eu sabia que esta

ha perdido tudo o que importava

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O Silêncio da Dor, o Grito da Verdade
O Silêncio da Dor, o Grito da Verdade
“No terceiro aniversário do meu filho Lucas, ele morreu. No meu colo, o seu corpo ficou gradualmente frio. Eu pedia ajuda ao meu marido, Pedro, mas ele não atendeu. Ele estava numa festa, celebrando a filha do chefe, a rir e cantar. Quando finalmente o contactei, a sua voz foi de irritação e desdém. "Não me incomodes com coisas sem importância," disse ele, enquanto Lucas vomitava e tremia. "Dá-lhe um remédio para a febre. Crianças ficam doentes o tempo todo." Ele escolheu a sua carreira, a festa, a filha do chefe em vez do filho que morria. Ninguém quis vir. Ninguém se importou. Apenas eu e o Lucas. No hospital, disseram-nos que se tivéssemos chegado uma hora mais cedo, ele podia ter sobrevivido. Uma hora. O tempo que Pedro dedicou à sua irresponsabilidade, não ao nosso filho. Quando ele finalmente apareceu, cheirava a champanhe, mais preocupado com a minha presença no chão do que com o nosso tragédia. A dor dele era uma farsa. A minha decisão foi imediata: "Vamos divorciar-nos." Ele e a sua mãe, a minha sogra, tentaram esmagar-me com acusações e mentiras, pintando-me como a mãe fria e culpada. Pedro ofereceu dinheiro, silêncio, tentou esconder a sua monstruosidade. Mas eu não tinha mais nada a perder. Eu não iria mais calar-me. A sua colega de trabalho, Ana, sabia a verdade. E essa verdade estava prestes a destruir tudo o que ele prezava. Porque, desta vez, eu não me curvaria.”
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