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O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria

Capítulo 3 

Palavras: 877    |    Lançado em: 26/06/2025

noite e

sa preocupação a transformar-se em raiva. Via o rosto do Pedro

tomei um

hegou com o pequeno-

ratar um

mer nas suas mãos. "Um adv

ente. Não vou deixar que eles m

na, por favor, pensa bem. Divórcio? Por causa de

. Ela cometeu um crime. E

Bruno meteu-lhe ideias na cabeça! E o Pedro... o

" respondi friamente. "E não quero m

eitar tudo a perder? O q

s pessoas vão dizer. Import

eios de desapontamento. "Eu não te criei para

r tudo para que a Sofia não tivesse de o fazer. Bem, eu cansei-me

. O silêncio entre nós

s. Encontrei uma mulher, a Dra. Mendes, com boas críticas. Liguei pa

que me lembrava sobre o acidente e sobre a

arde, a Dra.

lhe a situação, desde o acidente até à mentira

mente, fazendo per

e o seu marido sabia da

ra do namorado

Havia câmaras de vigi

teza. Foi num ba

uma emergência médica são motivos fortes. Para o acidente, teremos de lutar contra os depoimentos deles. O primeiro

evo fazer?

comunicação a partir de agora deve passar por mim. E o mais importante, não mostre que

rrepiou-me, mas e

onsigo fa

o por e-mail. Assine e envie de volta. Vamo

ir um vislumbre de esperanç

tava sozi

Pedro finalm

as preferidas. Ou as que ele pensava que er

mesa de cabeceira e sorri

indo mais cedo. As coisa

endes, forcei um pequeno sorr

eceu al

m. Ela está muito arrependida. Ela não

, a minha voz neut

eira da cama, mais

u sabia que ias ser razoáve

ópria submissão. A ironia era tão esp

ivórcio... estavas só chateada, ce

m me casei. E não senti nada. Nem am

," menti. "Disse co

i total. Ele sorriu, um s

s uma equipa, Ana.

ou-se para

nte, e o beijo dele ate

or um segundo, mas de

enho de ir. A Sofia precisa de ser levad

que

eu d

eito por ter res

hou, limpei a bochecha o

tinha c

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O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria
O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria
“Quando acordei no hospital, depois de um acidente de carro, esperava o apoio do meu marido. A dor física era intensa, mas a dor no peito seria pior. Pedro estava ao meu lado, mas a sua voz era fria. Ele não se preocupava comigo, apenas em "acalmar" a minha irmã, Sofia, que estava perfeitamente bem. Descobri que, enquanto eu estava inconsciente, ele me tinha abandonado para ir consolá-la. Como se isso não bastasse, a polícia ligou. A minha própria irmã, Sofia, tinha mentido na declaração, culpando-me pelo acidente, com o apoio do meu marido e do namorado dela. Disseram que era para "proteger-se" e que "eu entenderia". Entender? Eles fizeram de mim a culpada por algo que não fiz! Senti a traição queimar mais do que qualquer ferida. Como puderam? A minha família, as pessoas em quem eu mais confiava, conspiraram contra mim. A esposa foi trocada pela irmã, a verdade pela conveniência. Foi então que uma fúria fria se acendeu. Decidi: eles não me iriam destruir. Foi a última gota. "Quero o divórcio," declarei. E a partir daquele momento, a mulher submissa morreu. A Ana que estava no hospital era uma nova mulher, pronta para lutar pela verdade e pela sua liberdade, nem que fosse preciso derrubar o mundo deles para o fazer.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10