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O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria

Capítulo 4 

Palavras: 633    |    Lançado em: 26/06/2025

o hospital do

dando-me a entrar no carro, certificando-se de

eu estava a represent

" eu disse

u ele, a sorrir.

ava pela janela, a ver o mundo a passar. S

s a casa, a So

nha, a fazer chá. A noss

"Pensei em vir ajudar. Com a tua perna, não vais

sfeito. "Não foi sim

sse, a minha v

rna apoiada numa almofada que

me uma cháv

preferido

omila. Era o

ada, S

, o Pedro e a Sofia, lado a lado

do Pedro, sobre um filme que a Sofia queri

a? Precisas de

bem, ob

ctadora na minh

e chegou, carregada de

iou ela alegremente. "Não t

da minha irmã a cozinharem juntas, a rirem. O Pedro junto

ena domés

completament

tasma, a assombrar a

eles continuaram a

r ir a Paris em Dezembro," di

Ana e eu devíamos ir tamb

espera que eu concor

z," eu

no meu bolso. Era um

: Atual

ra o nosso quarto, a

orta e abr

ra

a do outro lado da rua do cruzamento. A qualidade não é perfeita, mas o ângulo é claro. O

agente Silva vai reabrir o caso e reinterroga

cópia do vídeo par

s av

iosam

Men

arro a aproximar-se do cruzamento. O sinal verde. O outr

rrefutável de que eu e

a minha irmã ment

ia percorreu-me. Não era feli

ra a sala

eu entrei, como se tivessem s

bem?" pergu

e, sentando-me

mer a refeição que eles tinham prepa

o mundo deles esta

borear cad

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O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria
O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria
“Quando acordei no hospital, depois de um acidente de carro, esperava o apoio do meu marido. A dor física era intensa, mas a dor no peito seria pior. Pedro estava ao meu lado, mas a sua voz era fria. Ele não se preocupava comigo, apenas em "acalmar" a minha irmã, Sofia, que estava perfeitamente bem. Descobri que, enquanto eu estava inconsciente, ele me tinha abandonado para ir consolá-la. Como se isso não bastasse, a polícia ligou. A minha própria irmã, Sofia, tinha mentido na declaração, culpando-me pelo acidente, com o apoio do meu marido e do namorado dela. Disseram que era para "proteger-se" e que "eu entenderia". Entender? Eles fizeram de mim a culpada por algo que não fiz! Senti a traição queimar mais do que qualquer ferida. Como puderam? A minha família, as pessoas em quem eu mais confiava, conspiraram contra mim. A esposa foi trocada pela irmã, a verdade pela conveniência. Foi então que uma fúria fria se acendeu. Decidi: eles não me iriam destruir. Foi a última gota. "Quero o divórcio," declarei. E a partir daquele momento, a mulher submissa morreu. A Ana que estava no hospital era uma nova mulher, pronta para lutar pela verdade e pela sua liberdade, nem que fosse preciso derrubar o mundo deles para o fazer.”
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