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Sozinha na Escuridão: A Busca por Lucas

Capítulo 2 

Palavras: 615    |    Lançado em: 26/06/2025

chegou r

fundos do supermercado e mostraram-

granulada, a

rar para a

com um grande chapéu e óculos

gou no

ou. Ele nem

aços para ela, com

-se e saiu cal

coraçã

?", pergunt

uia reconhecê-la. O chapéu e o

-a. Veja, ele foi com

eram factuais, mas so

má mãe por não saber

culpa o meu filho

s na esquadra da polícia

nta era um

lgum i

em algum proble

família que poss

mente a correr, tentando encontrar um

minha famíl

nem a minha

imento do neto deles nã

já era noite. A cidade estava ilumi

casa estava sil

le o tinha deixado. Os seus brinquedos no

de peluche preferido

le ainda es

eu quarto e chorei até

começou a cresc

va fria

sua família. Raiva da mul

no meu

edro ainda es

o da minha sogra,

eu ao seg

Pedro está tão preocupado, e

de uma falsa preocupa

iva. "Ele bloqueou o meu número. Ele disse-me para

ava com muitas dores. O Pedro teve de ficar

família? Ele

ui, a precisar de nós. Temos de estabelecer prioridades, Inê

atingiram-me com

a de s

O meu filho, aparentemente,

divórci

minha boca antes que

ncio chocado

Um riso desagradá

xagerada. Quando o Lucas voltar, vais esquecer tudo isto

desl

para o telefo

o se im

nte não se

eu soube que esta

mais voltaria pa

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Sozinha na Escuridão: A Busca por Lucas
Sozinha na Escuridão: A Busca por Lucas
“Num segundo, virei-me para apanhar uma lata de feijão preto no supermercado. Quando me voltei, o carrinho estava vazio. O meu filho Lucas tinha desaparecido. O pânico gelou-me o sangue. Liguei para o meu marido, Pedro, em desespero. Ele atendeu, mas a sua preocupação esvaneceu-se assim que a mãe, a Sofia, interveio. "Desapareceu? Como pudeste ser tão descuidada?" A voz dela era cheia de acusação. O Pedro, então, disse-me para "parar de criar problemas" e procurar sozinha, antes de me bloquear. A polícia mostrou-me as imagens de segurança: uma mulher de chapéu e óculos levava o Lucas. Ele estendeu os braços para ela, sem lutar, como se a conhecesse. Os polícias insinuaram que eu era uma má mãe por ele ter ido "de livre vontade". Ninguém da família do Pedro ligou. Nem a seguir, nem depois. O meu mundo caiu. O meu filho de três anos tinha desaparecido, e o pai não se importava. Mas a dor deu lugar à raiva. Liguei para a Sofia. Ela fingia preocupação, mas o Pedro tinha-a bloqueado. A gota d'água foi quando ela disse: "O Lucas não é família? Ele não é teu neto?" "Claro! Mas ele está desaparecido, e a Beatriz está aqui, a precisar de nós. Um homem tem de cuidar da sua família de sangue primeiro." Família de sangue. Eu não era. O meu filho, aparentemente, também não. "Quero o divórcio, Sofia." Ela riu, zombeteira. "Não sejas ridícula. Estás a reagir de forma exagerada." Naquele momento, percebi que estava sozinha nisto. E que nunca mais voltaria para aquela família. Decidi que ia encontrá-lo. Sozinha. Vendi as joias da minha mãe, aluguei um apartamento e comecei a minha própria busca. Cada cartaz, cada face que eu encontrava, era uma promessa. Quando Pedro ligou, com novas desculpas e um detetive particular, soube que a minha vingança tinha começado. Eu ia encontrar o Lucas. E eles iam pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10