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Abandonada na Chuva

Capítulo 1 

Palavras: 491    |    Lançado em: 26/06/2025

eita doía. Um som

ma árvore na berma da estrada, o mot

vel, mas uma dor aguda atrav

va p

star quase a chegar. Eu tinh

inutos, meu amor

que el

A chuva batia no tejadilho amolgado, u

cou. Era ele. Sent

A minha perna, ach

abafada pelo barulho de

pa. Tive de fa

eu bati com o carro

nico. A casa dela está a inundar. O cão dela, o Ma

-namorada. A su

me, mais gelado qu

arro destruído, com uma perna partida

ão tem mais ninguém. Tu estás bem, os bombeiros

ia que não. Se tivesse l

a voz a falhar. "Disseste

mim. Tenta entender. Ela estava desespe

licar uma simples mudança de planos para o jantar, não

a ir instintivamente para a minha ba

do. Depois, um s

r isso que tens de ficar calma. O stress não faz bem

mo se fosse uma obrigação, u

vem bu

água da cave da Sofia. Vai

ada te

desl

ga. O nosso filho. O fil

om a água da chuva que p

a o meu marido, o cão da ex-namorada era mais important

era nada comparada co

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Abandonada na Chuva
Abandonada na Chuva
“Minha perna direita doía, esmagada nos destroços do carro, sob a chuva torrencial. Grávida de oito meses, liguei para Pedro, meu marido, que prometeu estar em cinco minutos. Mas a ligação que veio minutos depois não era para me salvar. Era para justificar o seu desvio. A prioridade de Pedro? A ex-namorada, Sofia, e o cão dela presos na cave inundada. "A Sofia não tem mais ninguém", disse ele, enquanto eu estava presa, a sangrar, carregando o nosso filho. Ele não só me abandonou, como desligou na minha cara. Os bombeiros demoraram, e no hospital, a notícia esmagou-me: o nosso bebé não resistiu ao stress do acidente. Meu filho, meu menino, que ele tanto queria, estava morto. E o Pedro ainda não sabia, pois estava demasiado ocupado a "fazer a coisa certa" por outra pessoa. Quando finalmente apareceu, com as calças sujas de lama da cave da Sofia, a dor na minha perna era nada comparada com o vazio que ele tinha deixado em mim. Olhei para ele, para o homem que escolheu um cão em vez da própria família, e disse: "O bebé morreu, Pedro. Por tua causa." Ele tentou negar, argumentar, mas a verdade era clara: ele tinha matado o nosso filho com a sua negligência. Não havia perdão possível. "Quero o divórcio, Pedro." E desta vez, não haveria volta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10