icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Mão Que Voltou a Desenhar

Capítulo 1 

Palavras: 665    |    Lançado em: 27/06/2025

ti foi o cheiro de desinfetante, seguido

silencioso, exceto pelo som

mão, agora envolta

minha mente, nítida e brutal, o som de

l com a mão esquerda,

madas não atendidas do meu mar

as e abri a ga

desenho finalizado, uma ilustração de um

co disse que a recuperação seria longa e

entando conter a

ento que a po

recia preocupado ou aliv

estava tens

e, Sofia? Sabes o pr

fria, sem um p

Ela estava comigo no

inha-lhe dado boleia a casa

um som de p

saído do carro segundos antes de seres atingida. Mas por tua

nfusa. "Não, ela estava ao meu lad

saiu. Estás a cha

pairou no ar,

er ligeiramente, "Eu preciso de te diz

acenando com a mão

ofia, és sempre tão dramática. É só um osso partido. Pessoa

ngiram-me com a forç

ra. A minha mão é a minha

bby. Além disso, eu ganho dinheiro suficiente para nós os dois. Devia

eixou-me s

ulpar

o dia inteiro a consolar a Clara. A pobre

arga escapou-

a? Eu é que

o. "Agora ouve, a minha mãe e a Clara estão a vir para cá.

o homem com quem me c

mente firme. "Não vou pedir desculp

ficou verme

s nisto. Depois de tud

e as minhas chamadas? Culpaste-me por um acidente? Min

nte, a sua presença a e

mília é a coisa mais impor

nha voz a quebrar-se. "

por um segundo, ma

soube que, no seu mundo, e

cisão a solidificar-se a cada

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Mão Que Voltou a Desenhar
A Mão Que Voltou a Desenhar
“Meu pulso direito latejava. Acordei num quarto de hospital, o cheiro a desinfetante forte no ar. A imagem do acidente de carro era brutalmente nítida. Como ilustradora, a minha mão era a minha vida, a minha carreira. Agora, o médico dizia que talvez nunca recuperasse a destreza total. Mas quando o meu marido, Miguel, entrou no quarto, não havia alívio nem preocupação nos seus olhos. A raiva sulcava o seu rosto. "Finalmente acordaste, Sofia? Sabes o problema que causaste?" Ele não se importava com a minha dor ou com a possibilidade de eu perder a minha profissão. Em vez disso, repreendeu-me por causa da sua prima, Clara, que alegava ter saído do carro antes do impacto. "É só um osso partido. Pessoas partem ossos a toda a hora," ele desdenhou. "Devias era estar a pensar em como te vais desculpar à Clara e à minha mãe." Pouco depois, a minha sogra, Elvira, e Clara irromperam pelo quarto. Clara, com um mero penso, começou a soluçar, e Elvira acusou-me de irresponsabilidade. Mentiram descaradamente, dizendo que eu estava distraída. Miguel, o meu próprio marido, pediu-me para implorar perdão "para manter a paz". Eu mal podia acreditar. Como podia o homem que jurei amar e confiar estar ao lado delas, a acreditar nas suas mentiras descaradas, enquanto eu, ferida e vulnerável, era lançada aos lobos? Será que ele nunca me amou de verdade? O que é que me tornou tão insignificante aos olhos da minha própria família que eles me sacrificariam para proteger uma mentira? Naquele momento, enquanto as suas acusações pairavam no ar, a minha decisão solidificou-se. Não havia mais paz para manter. Não havia mais submissão. "Eu quero o divórcio," disse eu, a minha voz subitamente firme. O jogo deles acabava ali.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10