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A Mão Que Voltou a Desenhar

Capítulo 2 

Palavras: 625    |    Lançado em: 27/06/2025

órcio" pairou

passou da raiva

rincar comigo? Divór

"Isto é a minha vida, a minha carreir

lavras soavam vazias. "Só acho que estás a reagir

r na minha mão

ste

oques

que estás a dizer. Vamos para ca

uma calma fria que me surpreendeu a mi

a porta abriu

ira, entrou como um furac

o e uma expressão de sofrimento no ros

meu filho desta maneira!" gritou a E

o Miguel, parecendo su

ois de tudo o que esta família fez por ti? Acolhemos-te

Desde quando é que tratar alguém como uma filha

ou a soluçar

ha causa. A culpa é toda minha. Eu n

do a Clara. "Tu não fizeste nada de errado. Foi es

ha paciência a esgotar-se. "Fomos atingid

retorquiu. "A Clara disse que es

va a encontrar o meu olhar, escon

tão descarad

isse eu, a minha vo

tua prima de mentirosa! Que falt

ando um pingo de apoio, uma ce

e apenas olhava para o

ficar aí sem

nte levanto

s apenas pedir desculp

er a

u o seu destino

a pedir-me para me submeter, para aceitar a mentira, p

ra ele. "Está completamente acabado, Migue

ulsar-nos!" a

m a minha mão boa e mostrando o ecrã. "Se não s

m, vendo a determinaçã

irou, de

Deixem-na sozinha. Ela prec

Migu

, empurrando-as suav

ra virou-se e lançou-

to, rapariga. Vais fica

deixando-me no si

a e mi

o meu pulso

desde o acidente,

ranha sensaçã

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A Mão Que Voltou a Desenhar
A Mão Que Voltou a Desenhar
“Meu pulso direito latejava. Acordei num quarto de hospital, o cheiro a desinfetante forte no ar. A imagem do acidente de carro era brutalmente nítida. Como ilustradora, a minha mão era a minha vida, a minha carreira. Agora, o médico dizia que talvez nunca recuperasse a destreza total. Mas quando o meu marido, Miguel, entrou no quarto, não havia alívio nem preocupação nos seus olhos. A raiva sulcava o seu rosto. "Finalmente acordaste, Sofia? Sabes o problema que causaste?" Ele não se importava com a minha dor ou com a possibilidade de eu perder a minha profissão. Em vez disso, repreendeu-me por causa da sua prima, Clara, que alegava ter saído do carro antes do impacto. "É só um osso partido. Pessoas partem ossos a toda a hora," ele desdenhou. "Devias era estar a pensar em como te vais desculpar à Clara e à minha mãe." Pouco depois, a minha sogra, Elvira, e Clara irromperam pelo quarto. Clara, com um mero penso, começou a soluçar, e Elvira acusou-me de irresponsabilidade. Mentiram descaradamente, dizendo que eu estava distraída. Miguel, o meu próprio marido, pediu-me para implorar perdão "para manter a paz". Eu mal podia acreditar. Como podia o homem que jurei amar e confiar estar ao lado delas, a acreditar nas suas mentiras descaradas, enquanto eu, ferida e vulnerável, era lançada aos lobos? Será que ele nunca me amou de verdade? O que é que me tornou tão insignificante aos olhos da minha própria família que eles me sacrificariam para proteger uma mentira? Naquele momento, enquanto as suas acusações pairavam no ar, a minha decisão solidificou-se. Não havia mais paz para manter. Não havia mais submissão. "Eu quero o divórcio," disse eu, a minha voz subitamente firme. O jogo deles acabava ali.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10