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A Mão Que Voltou a Desenhar

Capítulo 3 

Palavras: 660    |    Lançado em: 27/06/2025

guintes no hospital a

tilhava com o Miguel, m

e fiz foi ligar à m

Sou eu,

e a dizer que tinhas tido um acidente, ma

era um bálsamo para

de o acidente até à

ado da linha, e depois uma e

íboras dele! Eu nunca confiei neles! E

do que nunca

de ti. Onde estás ag

. Tenho alta amanhã. Mas

omigo o tempo que precisares. O meu apart

marem-se nos meus olhos

ura. Nem sei

isto. Manda-me uma mensagem qua

ne a sentir-me dez

mais complicado. Prec

culdade, o Pedro, que tinha aberto o

úmero dele on

vocacia Alves. Em

a. Não sei se te lembras de

ro! A artista genial. Com

amigável. Expliquei-lhe b

iso de aconselhamento. A sit

o ouvir isso, Sofia. Claro que te posso ajudar. Podes vir ao meu

encontro para

de apoio no lugar, se

mente estava à espera que eu "arrefe

ele conhecia tinha desaparec

te, a Laura v

com força à por

-me. "Mas os teus olhos... há um fogo

rr

o da lib

amento. A Laura esperou no carro, p

, a casa e

com a ajuda da Laura,

iais de arte que conseguia salv

uel me tinha dado. As j

ada que me l

sair, vi um envelop

rito com a caligrafi

ri

culpas escrito à pre

ressado. Por favor, volta para casa para podermos re

na minha mão e at

ouco, demas

em foi o escri

so simpático. O seu escritó

-te. Queres u

por f

a água, olhei para o

sada, mas d

e sentou-se à

esde o início. Não om

con

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A Mão Que Voltou a Desenhar
A Mão Que Voltou a Desenhar
“Meu pulso direito latejava. Acordei num quarto de hospital, o cheiro a desinfetante forte no ar. A imagem do acidente de carro era brutalmente nítida. Como ilustradora, a minha mão era a minha vida, a minha carreira. Agora, o médico dizia que talvez nunca recuperasse a destreza total. Mas quando o meu marido, Miguel, entrou no quarto, não havia alívio nem preocupação nos seus olhos. A raiva sulcava o seu rosto. "Finalmente acordaste, Sofia? Sabes o problema que causaste?" Ele não se importava com a minha dor ou com a possibilidade de eu perder a minha profissão. Em vez disso, repreendeu-me por causa da sua prima, Clara, que alegava ter saído do carro antes do impacto. "É só um osso partido. Pessoas partem ossos a toda a hora," ele desdenhou. "Devias era estar a pensar em como te vais desculpar à Clara e à minha mãe." Pouco depois, a minha sogra, Elvira, e Clara irromperam pelo quarto. Clara, com um mero penso, começou a soluçar, e Elvira acusou-me de irresponsabilidade. Mentiram descaradamente, dizendo que eu estava distraída. Miguel, o meu próprio marido, pediu-me para implorar perdão "para manter a paz". Eu mal podia acreditar. Como podia o homem que jurei amar e confiar estar ao lado delas, a acreditar nas suas mentiras descaradas, enquanto eu, ferida e vulnerável, era lançada aos lobos? Será que ele nunca me amou de verdade? O que é que me tornou tão insignificante aos olhos da minha própria família que eles me sacrificariam para proteger uma mentira? Naquele momento, enquanto as suas acusações pairavam no ar, a minha decisão solidificou-se. Não havia mais paz para manter. Não havia mais submissão. "Eu quero o divórcio," disse eu, a minha voz subitamente firme. O jogo deles acabava ali.”
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