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A Mão Que Voltou a Desenhar

Capítulo 4 

Palavras: 659    |    Lançado em: 27/06/2025

o ouvia atentamente, toman

nterrompeu u

nei, ele pou

lementos aqui. O acidente, a lesão, a difamação por parte da p

ção?" p

ando-te. Isso é difamação, especialmente porque a tua reputaçã

me uma nova

podemos

ando-se para a frente. "Primeiro, o divórcio

im

é dividido. Mas podemos argumentar que a conduta dele justifica uma d

ar outro hobby," murmurei, o r

o Pedro en

dimento, presente e futura. A lesão no teu pulso representa uma perda d

nça. Não se tratava do dinh

to ao a

de facto o culpado, podemos processá-lo a ele e à sua segur

om

rmos provar que ela estava no carro no momento do impacto, a sua história desmoro

as suas próprias mentiras e

rovar que ela e

O relatório dos paramédicos pode mencionar dois p

surgiu na

ma dashcam. Eu instal

o Pedro il

ouro. Onde está

de reboques da políc

zer é uma intimação para obter esse víd

meçou a andar pelo e

o. Vou contactar o Miguel através de uma carta oficial, informan

car furioso

ídeo da dashcam. Terceiro, vamos enviar uma carta de cessar e desistir à Clara e à Elvira, a

arregada, mas d

ez, senti que t

sto vai custar? Eu... não t

riu gen

caso da lesão, o que significa que só recebo uma percentagem se ganharmos. Para o divórcio, podem

Pedro. De

te prepara. Eles não vã

a minha voz firme.

sentir-me como uma guerreira

nha espera no café

la pergunt

com um sorriso. "E eles não

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A Mão Que Voltou a Desenhar
A Mão Que Voltou a Desenhar
“Meu pulso direito latejava. Acordei num quarto de hospital, o cheiro a desinfetante forte no ar. A imagem do acidente de carro era brutalmente nítida. Como ilustradora, a minha mão era a minha vida, a minha carreira. Agora, o médico dizia que talvez nunca recuperasse a destreza total. Mas quando o meu marido, Miguel, entrou no quarto, não havia alívio nem preocupação nos seus olhos. A raiva sulcava o seu rosto. "Finalmente acordaste, Sofia? Sabes o problema que causaste?" Ele não se importava com a minha dor ou com a possibilidade de eu perder a minha profissão. Em vez disso, repreendeu-me por causa da sua prima, Clara, que alegava ter saído do carro antes do impacto. "É só um osso partido. Pessoas partem ossos a toda a hora," ele desdenhou. "Devias era estar a pensar em como te vais desculpar à Clara e à minha mãe." Pouco depois, a minha sogra, Elvira, e Clara irromperam pelo quarto. Clara, com um mero penso, começou a soluçar, e Elvira acusou-me de irresponsabilidade. Mentiram descaradamente, dizendo que eu estava distraída. Miguel, o meu próprio marido, pediu-me para implorar perdão "para manter a paz". Eu mal podia acreditar. Como podia o homem que jurei amar e confiar estar ao lado delas, a acreditar nas suas mentiras descaradas, enquanto eu, ferida e vulnerável, era lançada aos lobos? Será que ele nunca me amou de verdade? O que é que me tornou tão insignificante aos olhos da minha própria família que eles me sacrificariam para proteger uma mentira? Naquele momento, enquanto as suas acusações pairavam no ar, a minha decisão solidificou-se. Não havia mais paz para manter. Não havia mais submissão. "Eu quero o divórcio," disse eu, a minha voz subitamente firme. O jogo deles acabava ali.”
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