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Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade

Capítulo 1 

Palavras: 759    |    Lançado em: 27/06/2025

uarto do hospital. Era o mesmo che

sferida para a enfermaria geral. O médico disse que ela ti

nco duro, o meu

quase a acabar. Vi as dezenas de chamada

liguei-lhe

tada ao meu lado, os seus olhos vermelhos e inchados

im. O nosso casament

vazio. Quando estava prestes a desligar, ele

ora, Lúcia? E

a voz ao fundo. Era a Sofia, a minha cunh

es ir buscar-me mais gelo? E o Biscoito a

voz da minha so

recisa de ti agora. Ela caiu das escadas por tua causa, t

por isso, o meu marido ignorou as minhas dezoito

rgo formou-se

nha voz a tremer um pou

undo. Depois, a raiva dele e

o foi? E eu não estou aqui a cuidar da minha própria irmã? A

Pedro. A Beatriz foi at

irmã é mais importante que a dor da minha? Para de ser tão ego

da palavra era um

mais, Ped

que te vai querer depois de um divórcio? Pensa na tu

o telefone

novo. Ele tinh

a razão numa coisa. Eu pensava sempre na minha

negócio do meu pai tinha falido, e a família dele era rica e pod

e poderia aprender a amar-me.

ane

osa conveniente. Mas a família dele, a irmã dele, at

ele? Onde estava ele quando a minha

pôr gelo no j

quarto da minha irmã. Ela estava a dormir, pálida

e ser fort

tocou de repente. Era a

z da D. Helena era alta e cheia de despre

lho? Só porque ele está a cuidar da própria irmã? Ela não tem vergonha? Diz à tua filha

olhou para mim, com os olhos

telemóvel d

z firme. "A decisão é minha. O se

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Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
“O cheiro a desinfetante no hospital lembrava-me o dia em que o meu pai morreu. A minha irmã, Beatriz, acabara de ser transferida para a enfermaria geral, depois de um acidente de carro que quase lhe custou a vida. Com o corpo dorido, agarrei no telemóvel e vi as dezenas de chamadas não atendidas para o meu marido, Pedro. Finalmente, voltei a ligar. A sua voz, fria e cheia de irritação, ecoou: "O que foi agora, Lúcia? Estou ocupado!" Ao fundo, ouvi a voz mimada da minha cunhada, Sofia, a lamentar um joelho arranhado, e a minha sogra, D. Helena, a instruir Pedro a cuidar da Sofia, pois ela "caiu por causa dele". Enquanto a minha irmã lutava pela vida, o meu marido ignorou as minhas dezoito chamadas para cuidar do joelho de Sofia e do seu cão que não comeu. Era o fim da minha paciência. O nosso casamento, um arranjo para salvar a minha família da ruína, tinha-se tornado uma jaula. "Pedro", disse, com a voz a tremer, "quero o divórcio." A sua raiva explodiu: "Divórcio? Ficaste maluca? A Sofia também está magoada! Não tens um pingo de compaixão?" Ele ameaçou destruir o que restava do negócio do meu pai e deixar-nos na rua se eu não recuasse, chegando a usar a minha irmã doente contra mim. Fui humilhada publicamente por ele e pela família dele, que tentaram sabotar o negócio da minha mãe, chamando-nos de ingratas e oportunistas. Como é que podiam ser tão cegos, tão cruéis? O meu sofrimento e o perigo da minha irmã não eram "problemas reais" para eles; apenas um arranhão numa perna era. Mas eles não sabiam que eu, a "esposa ingénua" que pensavam ter sob controlo, tinha encontrado um aliado inesperado. Eu ia lutar. Não pelo dinheiro deles, mas pela minha dignidade e liberdade. E eles iam pagar o preço.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10