icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade

Capítulo 2 

Palavras: 656    |    Lançado em: 27/06/2025

o chocado do out

D. Helena voltou,

ueceste-te de tudo o que a nossa família fez por ti e pela tua? O negócio do t

mamente. "Mas o meu casamento não era

e cometeu um erro, está bem. Ele devia ter ido ter contigo. Mas

e nem sequer atendeu o telefone. Isso não é um erro, é uma es

e! Sangue do seu sangue!

pairaram no ar. "

para eles. Um aces

a já teve o suficiente. Vou enviar os

ne antes que ela p

im, com uma mistura de or

Eles são... perigosos. E

rar? O nosso orgulho? Eu já não tenho nenhum. Só quer

rça. As lágrimas dela

tigo, filh

u advogado. Expliquei-lhe a situação. Ele disse que seria u

e dentes, Lúcia. Especialm

ro o dinheiro deles. Não quero a em

senti-me mais leve. Mas também sabia

ou. Era um número d

sou eu,

era choro

queres,

Ele ama-te. Ele estava apenas preocup

a irmã foi atrope

uma

família é forte. Eu... eu sou frágil. Preciso do me

família, Sofia. E é por is

lig

undo girava em torno deles, das suas necessidades, dos seus p

spital. A Beatri

viu. Um sorriso fraco

, a voz rouca. "O

oração

e de resolver u

e a verdade. Não ainda. E

ão. A mesma mão que eu segurava quando é

, Bia. Não vou

Fiquei a observá-la, a res

vibrou. Era uma

ar. Encontra-me no

pedido. Era

ei para a minha irmã. Lembrei-me das pa

ra "apen

à mensa

ão

Reclame seu bônus no App

Abrir
Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
“O cheiro a desinfetante no hospital lembrava-me o dia em que o meu pai morreu. A minha irmã, Beatriz, acabara de ser transferida para a enfermaria geral, depois de um acidente de carro que quase lhe custou a vida. Com o corpo dorido, agarrei no telemóvel e vi as dezenas de chamadas não atendidas para o meu marido, Pedro. Finalmente, voltei a ligar. A sua voz, fria e cheia de irritação, ecoou: "O que foi agora, Lúcia? Estou ocupado!" Ao fundo, ouvi a voz mimada da minha cunhada, Sofia, a lamentar um joelho arranhado, e a minha sogra, D. Helena, a instruir Pedro a cuidar da Sofia, pois ela "caiu por causa dele". Enquanto a minha irmã lutava pela vida, o meu marido ignorou as minhas dezoito chamadas para cuidar do joelho de Sofia e do seu cão que não comeu. Era o fim da minha paciência. O nosso casamento, um arranjo para salvar a minha família da ruína, tinha-se tornado uma jaula. "Pedro", disse, com a voz a tremer, "quero o divórcio." A sua raiva explodiu: "Divórcio? Ficaste maluca? A Sofia também está magoada! Não tens um pingo de compaixão?" Ele ameaçou destruir o que restava do negócio do meu pai e deixar-nos na rua se eu não recuasse, chegando a usar a minha irmã doente contra mim. Fui humilhada publicamente por ele e pela família dele, que tentaram sabotar o negócio da minha mãe, chamando-nos de ingratas e oportunistas. Como é que podiam ser tão cegos, tão cruéis? O meu sofrimento e o perigo da minha irmã não eram "problemas reais" para eles; apenas um arranhão numa perna era. Mas eles não sabiam que eu, a "esposa ingénua" que pensavam ter sob controlo, tinha encontrado um aliado inesperado. Eu ia lutar. Não pelo dinheiro deles, mas pela minha dignidade e liberdade. E eles iam pagar o preço.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10