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Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade

Capítulo 3 

Palavras: 580    |    Lançado em: 27/06/2025

imediata. Uma série

com 'não'? Eu disse

ocupada

está estável. Pára de fazer drama

r. O meu advogado vai ent

os. Eu sabia que ele estava a ferver d

não vou ser simpático, Lúcia. Vou contar à Beatriz exatamente

sangue

-me. Usar a minha ir

em eu me casei

nha mãe olhou par

e se

falar comigo. Mãe, por favo

vás. É uma

xá-lo vir aqui. Não posso

da minha irmã a

sentado a uma mesa no canto, a cara fechad

com desdém. "Pensei que

rente dele. N

rguntou ele, indo direto ao assunto. "Estás a fa

porque o nosso casam

ma risada

r que acaba. Tu esqueceste-te do contrat

eu dinheiro. Pode

eendido. Claramente, não

nheiro? Então o

lta. Quero paz. Quero estar

a mesa. A sua voz er

tudo. Se te divorciares de mim, eu vou destruir o que resta do negócio do t

eu um dia pensei que poderia

voz a tremer ligeiramente, mas f

ir. Ele agarrou o m

ais a lad

-me, P

ir desculpa à minha mãe e à minha irmã.

braço, mas o aperto

para me

rás de nós disse: "Ela

. Alto, com cabelo escuro e olhos sérios.

u o meu pulso

u ele. "Não te metas

eu nome é Rafael. E a partir de agora, qualquer comunica

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Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
“O cheiro a desinfetante no hospital lembrava-me o dia em que o meu pai morreu. A minha irmã, Beatriz, acabara de ser transferida para a enfermaria geral, depois de um acidente de carro que quase lhe custou a vida. Com o corpo dorido, agarrei no telemóvel e vi as dezenas de chamadas não atendidas para o meu marido, Pedro. Finalmente, voltei a ligar. A sua voz, fria e cheia de irritação, ecoou: "O que foi agora, Lúcia? Estou ocupado!" Ao fundo, ouvi a voz mimada da minha cunhada, Sofia, a lamentar um joelho arranhado, e a minha sogra, D. Helena, a instruir Pedro a cuidar da Sofia, pois ela "caiu por causa dele". Enquanto a minha irmã lutava pela vida, o meu marido ignorou as minhas dezoito chamadas para cuidar do joelho de Sofia e do seu cão que não comeu. Era o fim da minha paciência. O nosso casamento, um arranjo para salvar a minha família da ruína, tinha-se tornado uma jaula. "Pedro", disse, com a voz a tremer, "quero o divórcio." A sua raiva explodiu: "Divórcio? Ficaste maluca? A Sofia também está magoada! Não tens um pingo de compaixão?" Ele ameaçou destruir o que restava do negócio do meu pai e deixar-nos na rua se eu não recuasse, chegando a usar a minha irmã doente contra mim. Fui humilhada publicamente por ele e pela família dele, que tentaram sabotar o negócio da minha mãe, chamando-nos de ingratas e oportunistas. Como é que podiam ser tão cegos, tão cruéis? O meu sofrimento e o perigo da minha irmã não eram "problemas reais" para eles; apenas um arranhão numa perna era. Mas eles não sabiam que eu, a "esposa ingénua" que pensavam ter sob controlo, tinha encontrado um aliado inesperado. Eu ia lutar. Não pelo dinheiro deles, mas pela minha dignidade e liberdade. E eles iam pagar o preço.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10