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Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade

Capítulo 4 

Palavras: 681    |    Lançado em: 27/06/2025

o Rafael, com o rosto cont

ataste um advogado?

disse eu, esfreg

ente, colocando-se ligeir

a sua vontade. Qualquer tentativa de a contactar, intimidar ou ameaçar a partir de ago

rcástica. "Achas que tenho m

u Rafael, sem vacilar. "E é por isso que e

m uma última vez, os

disto, Lúcia. Vais

do café, batendo a

nem sabia que estava a prender. A

el. "Como é que... como é qu

instinto disse-me que ele não ia desistir facilmente. Decidi vir ao hospital, e a s

"Sente-se, por favor. Pare

e pediu dois

", perguntou Rafael, depois

ruir o negócio do meu pai e deixar

o é coação. É grave. Precisa

azer isso?", perg

a. Mas isso não significa que ele possa fazer o que quer. Te

vai ser uma batalha difícil. Ele vai usar tod

ha determinação a regressar

e inteligente. Ele explicou os aspetos legais de uma forma que eu cons

Isso tira-lhe a sua principal arma. Ele está habituado a que toda a ge

do ainda lá estava, mas agora estava misturado com

inha mãe estava a andar de um

tão preocupada!

tou bem. E en

afael. O alívio no r

tensa. O Pedro não me contactou mais diretamente. Em

. Alegavam "abandono de lar" da minha parte e exigiam que eu voltasse para casa ime

l. A resposta dele foi

stos. Ela já conseguia sentar-se na cama e estava a c

penteava o cabelo, el

o Pedro não me veio

. Eu sabia que este

rei f

eu... estamos

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Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
Apenas a Esposa: O Preço da Liberdade
“O cheiro a desinfetante no hospital lembrava-me o dia em que o meu pai morreu. A minha irmã, Beatriz, acabara de ser transferida para a enfermaria geral, depois de um acidente de carro que quase lhe custou a vida. Com o corpo dorido, agarrei no telemóvel e vi as dezenas de chamadas não atendidas para o meu marido, Pedro. Finalmente, voltei a ligar. A sua voz, fria e cheia de irritação, ecoou: "O que foi agora, Lúcia? Estou ocupado!" Ao fundo, ouvi a voz mimada da minha cunhada, Sofia, a lamentar um joelho arranhado, e a minha sogra, D. Helena, a instruir Pedro a cuidar da Sofia, pois ela "caiu por causa dele". Enquanto a minha irmã lutava pela vida, o meu marido ignorou as minhas dezoito chamadas para cuidar do joelho de Sofia e do seu cão que não comeu. Era o fim da minha paciência. O nosso casamento, um arranjo para salvar a minha família da ruína, tinha-se tornado uma jaula. "Pedro", disse, com a voz a tremer, "quero o divórcio." A sua raiva explodiu: "Divórcio? Ficaste maluca? A Sofia também está magoada! Não tens um pingo de compaixão?" Ele ameaçou destruir o que restava do negócio do meu pai e deixar-nos na rua se eu não recuasse, chegando a usar a minha irmã doente contra mim. Fui humilhada publicamente por ele e pela família dele, que tentaram sabotar o negócio da minha mãe, chamando-nos de ingratas e oportunistas. Como é que podiam ser tão cegos, tão cruéis? O meu sofrimento e o perigo da minha irmã não eram "problemas reais" para eles; apenas um arranhão numa perna era. Mas eles não sabiam que eu, a "esposa ingénua" que pensavam ter sob controlo, tinha encontrado um aliado inesperado. Eu ia lutar. Não pelo dinheiro deles, mas pela minha dignidade e liberdade. E eles iam pagar o preço.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10