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O Cheiro do Triunfo

Capítulo 2 

Palavras: 567    |    Lançado em: 27/06/2025

a mim, a confusão n

ouvido e passou-mo, a sua

e passa,

ei no t

continuava a grit

Pedro é um herói! Ele

meu marido. O meu pai, o teu irmão, acabou de sair de

uma

seu dever!" gaguejou o meu ti

pai não

a uma equipa inteira de

a. Ele escolheu estar com a sua prima em vez de estar com

ne na cara, tal como o

s seus olhos cheios de uma d

guntei por ele antes da anestesia... a

fúria a subir, mas

recisava da min

cisava

Eu estou aqui. Nós

uma única lágrima esc

i-a com

elemóve

mensagem

sto, Sofia. A tua família

mensagem se

ha fa

o homem deitado naqu

resto eram ap

ois, a porta do

ulher do meu tio, co

curativo na testa e man

, com a voz a pingar falsa simpatia. "Vi

s olhos e forçou

ma, os seus olhos a brilha

culpa minha. O Pedro só e

erida," disse o meu

é, bloqueando

ro por hoje, Clara. O meu

olhou para m

são esses? A tua p

meu pai, por outro lado, esteve mais perto disso do que qualquer um de

passo, o seu ros

ensei que ele te

disse. "Avisou-me que

itou a minha tia. "Estás a

r

eco e se

o prefiro o ódio. Ago

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O Cheiro do Triunfo
O Cheiro do Triunfo
“O cheiro de desinfetante no hospital era sufocante. Acabei de acordar da anestesia da cirurgia de coração aberto do meu pai. O sol de Lisboa brilhava lá fora, mas a notícia de um engavetamento grave na Ponte 25 de Abril gelava-me o sangue. O meu marido, Pedro, paramédico, estava destacado para lá. Precisava de saber se ele estava bem. Mas mais do que isso, precisava de lhe dizer que o nosso casamento tinha acabado. Quando ele finalmente atendeu, a voz dele era irritada, mas então ouvi a voz suave de outra mulher ao fundo: a minha prima Clara. Ouvir o meu tio, pai dela, a agradecer ao Pedro por "salvar" a Clara do acidente, e o Pedro a prometer cuidar dela, foi como um soco no estômago. O meu pai, o sogro dele, acabava de sair de uma cirurgia de emergência no mesmo hospital, e Pedro estava a cuidar da minha prima? Quando lhe disse que queria o divórcio, a raiva dele explodiu, chamando-me egoísta por não entender a "obrigação" dele, e depois bloqueou-me. Ele não se importava com o meu pai, que esteve à beira da morte? A vida do meu pai dependia de um tratamento caríssimo, e a minha única esperança, o homem que chamei de marido, negou-se a ajudar. Pior, ele recusou o divórcio, apontou para a nossa casa e para os nossos bens, e ameaçou: "E o teu pai? Achas que consegues pagar tudo sozinha com o teu salário de professora?" Fui forçada a engolir o meu orgulho e, com o coração pesado, aceitei o seu "acordo": eu retirava o pedido de divórcio e ele pagava. Pensei que a tinha perdido a mim mesma. Mas quando Pedro, embriagado, tentou forçar-me e meu pai, que mal se aguentava em pé, gritou para ele me largar, soube que tínhamos de lutar. Eu preferiria morrer a viver assim. Era hora de reativar o processo e ir com tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10