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A Esposa Negligenciada: O Preço da Decepção

Capítulo 1 

Palavras: 839    |    Lançado em: 27/06/2025

com força no vidro da janela. O meu filho de cinco a

orme juntava-se em frente, onde a políc

por todo o lado, refletindo-se

te, peguei no meu telemóvel e l

po inteir

eria ir

Quando estava prestes a desligar, Pedro finalme

estou ocupado? Para qu

Houve um acidente grave no nos

nte? Que

, ouvi a voz da minha sogra, a

, só torceu o pé. Já a levei ao hospital e o médico disse qu

ha cunhada, Sofia, s

or teres vindo tão rápido. Se não

mora a trinta quilómetros de distância, torceu o pé,

riso sem qual

orciar-nos. Eu...

egundos, e depois a raiva d

s eu não estava a ajudar a minha irmã? A Sofia também p

is não? Não tens um pingo de compaixão? Sabes como

fia é difíci

filho e da casa, e ainda tenho de aguentar o

eis. Eu queria gritar, mas olhei para o meu f

filho tem cinco anos, e atreves-te a falar em divórcio?

! A Sofia precisa de nós. Devias p

desligou-me o

volta. O número

s. Ele estava a olhar para mim c

papá está

"Não, querido. O pa

Eu não queria que o meu filho crescesse numa família

onstante sacrifício da minha paz pela "família" dele... acabo

a morrer. Ele nem sequer pensou em ligar para saber se eu e o filho dele estávamos

liguei? Será que ele pensou no filh

importava. Senão, não me teria bloqueado o

dele! Eu sou a m

esta vida juntos

ensamentos, o meu telemóvel vibrou. E

ar aqui no hospital com ela esta noite. Leva o Leo para

a nem sequer perguntou se estáv

uma calma qu

iser. A partir de hoje, ele já não

foi imediata,

uma esposa terrível! Ingrata! Dep

s. Bloqueei o nú

. O trânsito finalm

para casa, mas para

tomada. Desta v

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A Esposa Negligenciada: O Preço da Decepção
A Esposa Negligenciada: O Preço da Decepção
“O trânsito parou de repente, e a minha cabeça bateu contra o vidro do carro. Ao meu lado, o meu filho, Leo, gritou assustado. Luzes azuis e vermelhas piscavam na rua bloqueada, refletindo-se nos prédios molhados pela chuva. Liguei para o meu marido Pedro, mal sabendo que aquela chamada seria o início do fim. A sua voz, irritada e distante, confirmou os meus piores medos: ele tinha corrido para o hospital porque a irmã dele, a Sofia, torceu o pé. Enquanto eu e o nosso filho estávamos presos no trânsito de um acidente grave, ele só tinha olhos para "socorrer" a maninha, sem sequer perguntar se estávamos bem. A voz da minha sogra ao fundo, e depois a da cunhada, teatral e chorosa, revelaram a farsa. Pedro ainda teve a audácia de me bloquear e de me acusar de loucura e egoísmo por sequer pensar em divórcio. A humilhação atingiu o pico quando a sogra me mandou levar o Leo para casa da minha mãe para não "incomodar" a Sofia. Eles não viam problema algum em tudo isto. Eu, a esposa e mãe, era o problema. Será que era pedir demais ser a prioridade? Naquele momento de revolta, enquanto arrumava as minhas coisas, um detalhe inesperado transformou o desespero em fúria. Parei de ser a esposa compreensiva. Era tempo de a justiça ser servida.”