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A Esposa Negligenciada: O Preço da Decepção

Capítulo 2 

Palavras: 664    |    Lançado em: 27/06/2025

depois. Ela abriu a porta, o seu ros

notícias sobre o acidente perto do v

e depois pegou no Leo ao c

ov

oi a primeira coisa genu

alinha enchia o ar. A minha mãe

Pedro vamos d

to o Leo já estava a brincar com os se

ou-se para mim, os seus olhos a examinarem

ofia out

tindo um nó

tal e vai passar a noite lá. A Clara mandou-me

ado e cansado. Ela sentou-se à m

lia te ia consumir. O Pedro é um bom homem, mas é f

eu amava-o. Pensei

Especialmente quando não veem

a sido a "compreensiva". A que cedia sempre

eu, com mais convicção do que s

minha mão. A sua pe

. Mas vai ser difícil. Eles

esa. Um número desconhecido. Ign

ente,

ssa contigo? Porque é q

o Manuel. A sua v

ataste mal! Que ingratidão é essa? Nós acolhemo

não me grite. Eu n

rcio por uma ninharia e faltas ao respeito à tua sogra!

estava o Pedro quando o Leo teve febre alta na semana passada? Ah, pois. Estava a ajudar a Sofia a montar um armári

o chocado do out

o coisas diferen

omos a família dele também?

que ele pudesse responder

um prato de canja qu

querida. Prec

apitou com uma nova mensagem. Era

-me à frente dos meus pais. Volta para casa amanhã e pede

desc

equer considerou a possibilidade de estar err

ansformando-se de uma reação emoci

o. Era uma sentença. E e

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A Esposa Negligenciada: O Preço da Decepção
A Esposa Negligenciada: O Preço da Decepção
“O trânsito parou de repente, e a minha cabeça bateu contra o vidro do carro. Ao meu lado, o meu filho, Leo, gritou assustado. Luzes azuis e vermelhas piscavam na rua bloqueada, refletindo-se nos prédios molhados pela chuva. Liguei para o meu marido Pedro, mal sabendo que aquela chamada seria o início do fim. A sua voz, irritada e distante, confirmou os meus piores medos: ele tinha corrido para o hospital porque a irmã dele, a Sofia, torceu o pé. Enquanto eu e o nosso filho estávamos presos no trânsito de um acidente grave, ele só tinha olhos para "socorrer" a maninha, sem sequer perguntar se estávamos bem. A voz da minha sogra ao fundo, e depois a da cunhada, teatral e chorosa, revelaram a farsa. Pedro ainda teve a audácia de me bloquear e de me acusar de loucura e egoísmo por sequer pensar em divórcio. A humilhação atingiu o pico quando a sogra me mandou levar o Leo para casa da minha mãe para não "incomodar" a Sofia. Eles não viam problema algum em tudo isto. Eu, a esposa e mãe, era o problema. Será que era pedir demais ser a prioridade? Naquele momento de revolta, enquanto arrumava as minhas coisas, um detalhe inesperado transformou o desespero em fúria. Parei de ser a esposa compreensiva. Era tempo de a justiça ser servida.”