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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe

Capítulo 1 

Palavras: 826    |    Lançado em: 27/06/2025

ra da polícia, a da

ado do outro lado da sala, a con

enfaixada e ela chor

fia. Eu estou aqui. N

suave e cheia

u-se de mim com um

stá tudo bem? Que

nei a

bem. Posso

Ele nem sequer olhou para mim u

Sofia, que tinha acabado de tentar

pido o suficiente, a faca es

carregava o nosso

eminente e depois para o Pedro. Havia

u mar

pletei a frase por ele, com a voz vazi

o sobrolho, mas nã

. A vítima era eu. A mulher grávid

a única que precisava de conf

ento, levantei-me lentamente. A

para mim. A sua express

está traumatizada o suficie

alta, mas cada p

a voz saiu rouca. "Ela veio para

aste-a! Sabes como ela é sensível desde que os nos

para ele,

ela dava-lhe o di

apressadamente na esquadra. Ignorou-

nina! Estás bem? Aque

m força, lançando-me u

isso que eu e

Uma exaustão tão profunda que parec

lemóvel e liguei

u, a Laura. Qu

outro lado da

za, Laura? Po

rme pela primeira vez naquela n

e ele pudesse dize

Pedro. A sua raiva era pa

inhou na minha direçã

?" sibilou ele, baixo o sufici

im? Agora? Quando a minha

da profissional, Pedro. Nã

u filho! Vais deitar fora a nossa família

o desente

ídio era agora um pe

o tenha de temer pela sua vida em su

o meu braç

não vais a lado nenhum. Vais para casa, vais pedir d

-se, o seu rosto um

ma criança mimada. A família é o

ele no meu braço e de

Nem preocupação. Ape

-me, P

ão

u a altercação

udo bem

raço imediatamente,

de casal. A minha esposa está um p

aço à volta dos meus om

oz a tremer ligeiramente. "Eu quero

a esquadra, sem

e ele não m

a lá dentro, a consola

minha barriga. E eu percebi, com uma clar

tinh

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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
“Eu estava na esquadra da polícia, grávida de sete meses, a dar o meu depoimento. O meu marido, Pedro, estava do outro lado da sala, a consolar a sua irmã Sofia. A mesma Sofia que acabara de tentar esfaquear-me com uma faca, no meu próprio estômago. Ele nem sequer me olhou, enquanto a minha barriga proeminente o lembrava da sua paternidade iminente. "Ela não teve a intenção!", vociferou Pedro, defendendo a agressora. A sua mãe chegou, chamando-me de "monstro", enquanto a minha sogra me lançava um olhar cheio de ódio. Eu era a vítima, mas aos olhos deles, a agressora. Senti o sangue ferver de injustiça quando o Pedro, o pai do meu filho, congelou as minhas contas e cancelou os meus cartões, espalhando mentiras sobre mim. Eles foram ainda mais longe, exigindo a custódia total do meu bebé ainda por nascer, em troca de uma quantia ridícula de dinheiro. Queriam COMPRAR o meu filho! Não era só o meu casamento que estava em ruínas, era a minha dignidade, a minha sanidade e a segurança do meu filho. Como poderiam ser tão cruéis? Como poderiam tentar roubar-me o meu próprio bebé, depois de me terem quase matado? Mas eu não ia ceder. Não podia deixar que me levassem o que de mais precioso tinha. Eu não era um acessório, nem um útero descartável. "Diz-lhes que podem ir para o inferno", disse ao meu advogado. Esta era uma guerra. E eu lutaria com tudo o que tinha pelo meu filho.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10