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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe

Capítulo 2 

Palavras: 544    |    Lançado em: 27/06/2025

o meu rosto quando saí da

elo espelho retrovisor, o se

ospital,

nto. O meu coração bat

das Flores, númer

único lugar onde eu me se

lemóvel não parou de vibra

até que o sil

sagem de texto

casa. Precisamos de conversar.

ensagem sem

r, ele falava e eu ouvia.

to isso dura

eg

te à pequena casa da minha

lentamente pelo caminho de pe

u a porta antes

s para a minha barriga, e os seus

minha

abraçou, e nesse abraço quente

rado durante horas finalmente

ó," sol

. Estás segura agora

ofá e trouxe-me um ch

quanto a minha avó se sentava ao

ante. Tão diferente do silêncio tens

ou novamente. Era a

i a ch

mensagem de voz. A

teu marido e da sua família. A Sofia está em choque por tua causa! És uma egoísta. Se pensas

la era v

nsagem. Sent

vó olhou

le

i, incapa

i, Laura. Eles só gostava

s eram duras, m

as tinha tentado tanto. Tentei ser

os maldosos da Sofia, as cr

ue o amor do Pedro

de hoje tinha qu

quadra, defendendo a mulher que tentou magoar-me

rioridade. Eu não

acessório.

pequeno pontapé suave, como se para

mão na mi

-te," sussurr

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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
“Eu estava na esquadra da polícia, grávida de sete meses, a dar o meu depoimento. O meu marido, Pedro, estava do outro lado da sala, a consolar a sua irmã Sofia. A mesma Sofia que acabara de tentar esfaquear-me com uma faca, no meu próprio estômago. Ele nem sequer me olhou, enquanto a minha barriga proeminente o lembrava da sua paternidade iminente. "Ela não teve a intenção!", vociferou Pedro, defendendo a agressora. A sua mãe chegou, chamando-me de "monstro", enquanto a minha sogra me lançava um olhar cheio de ódio. Eu era a vítima, mas aos olhos deles, a agressora. Senti o sangue ferver de injustiça quando o Pedro, o pai do meu filho, congelou as minhas contas e cancelou os meus cartões, espalhando mentiras sobre mim. Eles foram ainda mais longe, exigindo a custódia total do meu bebé ainda por nascer, em troca de uma quantia ridícula de dinheiro. Queriam COMPRAR o meu filho! Não era só o meu casamento que estava em ruínas, era a minha dignidade, a minha sanidade e a segurança do meu filho. Como poderiam ser tão cruéis? Como poderiam tentar roubar-me o meu próprio bebé, depois de me terem quase matado? Mas eu não ia ceder. Não podia deixar que me levassem o que de mais precioso tinha. Eu não era um acessório, nem um útero descartável. "Diz-lhes que podem ir para o inferno", disse ao meu advogado. Esta era uma guerra. E eu lutaria com tudo o que tinha pelo meu filho.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10