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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe

Capítulo 3 

Palavras: 591    |    Lançado em: 27/06/2025

o quarto de hósp

o a lavanda enchia o ar. M

rosto da Sofia, torcido de raiva, a

rrar-lhe palavras de conforto, e

z-me o pequeno-almoço. P

r dois," disse ela, c

telemóvel tocou. Era u

com c

ra A

im

lícia. Liguei para informar que a senhora H

sa. "Queixa

a ontem à noite por agressão à

caiu no prato c

s acusaram-me

ítima. A Sofia ten

es não fazia muito sentido. Mas eles insistiram. De qualquer forma, retiraram a que

l-ent

les não só não mostraram remorsos, com

o meu marid

rmar, Sargento," diss

de alguma coisa, não hesite em contactar

ar. Uma ordem de restrição. Contra

as coisas ti

ha avó. Ela tinha ouvido tud

disse ela, calmamente. "Laura, precis

entindo um nó

e é que eu a

ia, o meu advogado

Pedro. Eles querem uma reunião. Dizem que

sada amarga e

epois de me acusa

tunidade. Se eles estão dispostos a negociar,

que ele

a custódia to

. Por um segundo, n

q

financeiro generoso em troca de renu

issional, mas eu podia s

fria a espalhar-

Eles queriam o meu fil

que podiam com

z a tremer de raiva. "Diz-lhes

"Vou marcar a reunião. Mas não te preocupes. Eu estarei lá.

deu-me uma cen

assustada que eles

lutar pelo meu filho

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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
“Eu estava na esquadra da polícia, grávida de sete meses, a dar o meu depoimento. O meu marido, Pedro, estava do outro lado da sala, a consolar a sua irmã Sofia. A mesma Sofia que acabara de tentar esfaquear-me com uma faca, no meu próprio estômago. Ele nem sequer me olhou, enquanto a minha barriga proeminente o lembrava da sua paternidade iminente. "Ela não teve a intenção!", vociferou Pedro, defendendo a agressora. A sua mãe chegou, chamando-me de "monstro", enquanto a minha sogra me lançava um olhar cheio de ódio. Eu era a vítima, mas aos olhos deles, a agressora. Senti o sangue ferver de injustiça quando o Pedro, o pai do meu filho, congelou as minhas contas e cancelou os meus cartões, espalhando mentiras sobre mim. Eles foram ainda mais longe, exigindo a custódia total do meu bebé ainda por nascer, em troca de uma quantia ridícula de dinheiro. Queriam COMPRAR o meu filho! Não era só o meu casamento que estava em ruínas, era a minha dignidade, a minha sanidade e a segurança do meu filho. Como poderiam ser tão cruéis? Como poderiam tentar roubar-me o meu próprio bebé, depois de me terem quase matado? Mas eu não ia ceder. Não podia deixar que me levassem o que de mais precioso tinha. Eu não era um acessório, nem um útero descartável. "Diz-lhes que podem ir para o inferno", disse ao meu advogado. Esta era uma guerra. E eu lutaria com tudo o que tinha pelo meu filho.”
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