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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe

Capítulo 4 

Palavras: 659    |    Lançado em: 27/06/2025

o dia seguinte, no escrit

insistiu e

eles abutres sozinha,"

ena e Sofia já lá estavam, sentados d

r severo chamado Dr. Santos, es

a mim. Manteve os o

desprezo. Sofia agarrava-se ao braço

-nos em frente a eles, c

tos começ

divórcio entre o meu cliente, o senhor

no, como se estivesse a

Ele oferece um pagamento único de quinhentos mil euros, ma

o se esperasse que eu

custódia total e exclusiva do filho por nascer ao senhor Patters

na sala e

ro. Ele ainda não m

trás do seu advogado,

usa a oferta," disse

levantou um

uma oferta muito generosa. Mais do q

ender o seu filho," respondeu

na b

sível. Um futuro estável, numa família que a ama. Algo que ela," disse ela, apontando para mim

bateu com a

tou esfaquear a minha neta grávida! E voc

u não fiz isso! Ela está a

falou, a sua vo

. Ele terá tudo o que precisa connos

uela palavr

odos os olhos se

ei, a minha voz clara e forte. "Vo

tamente pa

bens que adquirimos durante o casamento, como é meu direito. E quero a custódia

gou-se. "Com

a ela. "Vocês pensam que o vosso dinheir

o Miguel. "Pod

u. "Absol

o-nos pa

" gritou o Pedr

porta, mas n

ti com tudo o que tenho. Vou arrastar o teu nom

a pairo

amente, o suficiente par

A mulher grávida que foi atacada, ou a família que

escritório, com a m

inha sido

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A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
A Facada e o Ventre: A Luta de Uma Mãe
“Eu estava na esquadra da polícia, grávida de sete meses, a dar o meu depoimento. O meu marido, Pedro, estava do outro lado da sala, a consolar a sua irmã Sofia. A mesma Sofia que acabara de tentar esfaquear-me com uma faca, no meu próprio estômago. Ele nem sequer me olhou, enquanto a minha barriga proeminente o lembrava da sua paternidade iminente. "Ela não teve a intenção!", vociferou Pedro, defendendo a agressora. A sua mãe chegou, chamando-me de "monstro", enquanto a minha sogra me lançava um olhar cheio de ódio. Eu era a vítima, mas aos olhos deles, a agressora. Senti o sangue ferver de injustiça quando o Pedro, o pai do meu filho, congelou as minhas contas e cancelou os meus cartões, espalhando mentiras sobre mim. Eles foram ainda mais longe, exigindo a custódia total do meu bebé ainda por nascer, em troca de uma quantia ridícula de dinheiro. Queriam COMPRAR o meu filho! Não era só o meu casamento que estava em ruínas, era a minha dignidade, a minha sanidade e a segurança do meu filho. Como poderiam ser tão cruéis? Como poderiam tentar roubar-me o meu próprio bebé, depois de me terem quase matado? Mas eu não ia ceder. Não podia deixar que me levassem o que de mais precioso tinha. Eu não era um acessório, nem um útero descartável. "Diz-lhes que podem ir para o inferno", disse ao meu advogado. Esta era uma guerra. E eu lutaria com tudo o que tinha pelo meu filho.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10