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O Grito Silencioso de Uma Mãe

Capítulo 1 

Palavras: 450    |    Lançado em: 27/06/2025

as, desapareceu

le já não estava no c

me pela gargant

coração a bater descontroladam

s! Lu

. As pessoas olhavam para mim, alg

s minhas mãos a tremer tan

meu marido

i para o cor

o supermercado Pingo Doce. Por

amente. E outra

cio, seguido pela vo

licava a situação. Ele foi simpático, mas lento. Fez pergu

e pareceu uma eternidade

o An

a? Estou numa re

era fria

eceu! Estou no Pingo Doce, n

Não de choque, ma

lmente está só escondido atrás de u

está aqui! A segurança já f

ndo, suave e familiar. A voz

do bem? Aconteceu alguma

ia de uma falsa preocupaçã

só a Sofia a fazer

ela, mas alto o sufi

ho desapareceu e tu ch

ma oitava, cheia de

de pânico por causa da apresentação de amanhã. Ela precisa de

desl

si

s uma p

el, o ecrã escuro a refletir

aque de pânico imaginário em vez de

lho. O f

ha atingiu-me com a forç

do barulho indiferente

samento ti

mais nada

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O Grito Silencioso de Uma Mãe
O Grito Silencioso de Uma Mãe
“O meu filho, Lucas, desapareceu no supermercado Pingo Doce, e foi aí que a minha vida, tal como a conhecia, se desfez em mil pedaços. Imagine o pânico a subir-nos pela garganta, o coração a bater descontroladamente, enquanto corremos por corredores aparentemente intermináveis, gritando o nome do nosso filho, que se desvaneceu entre as prateleiras. Agarrada ao telemóvel, as minhas mãos tremiam incontrolavelmente ao ligar ao meu marido, André. Ele atendeu, mas a sua voz não era de preocupação, mas de frieza e aborrecimento: "O que foi, Sofia? Estou numa reunião importante." E depois, o choque: ao fundo, ouvi a voz melosa da minha cunhada, Isabel, e a resposta dele, cruel e pública, "Não é nada, Isa. É só a Sofia a fazer um drama outra vez." A minha voz embargou, "Um drama? O nosso filho desapareceu e tu chamas a isso um drama?" Mas ele desligou, dizendo que "tinha de acalmar a Isabel". Naquele momento, no meio do barulho indiferente do supermercado, com o ecrã escuro do telemóvel a refletir o meu rosto pálido, a realidade atingiu-me com a força de uma parede de betão. Aquele homem, o pai do meu filho, escolhera consolar a irmã, que alegava um ataque de pânico imaginário, em vez de me ajudar a procurar a nossa criança. Como era possível que a vida que eu construíra fosse tão frágil, tão desprovida de amor e prioridade por parte de quem deveria ser o meu pilar? Como podia ele ser tão cego, tão indiferente ao nosso filho? Foi então que soube: este casamento tinha acabado. Não havia mais nada a salvar. E eu faria tudo para proteger o Lucas, nem que isso significasse uma guerra que eu estava finalmente pronta para travar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10