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O Grito Silencioso de Uma Mãe

Capítulo 2 

Palavras: 546    |    Lançado em: 27/06/2025

-idade chamado Rui, encontrou

do atrás de uma pilha de caixa

oi tão avassalador que

iro do seu cabelo, sentindo o seu c

e tanto, meu

çou no m

inho, mamã. Fu

volta dele, como se tivesse medo que ele pud

igou. Não man

a, a ausência dele er

para o Lucas e sentei-me com ele

móvel cont

caos do supermercado, solidificou-s

aiva. Era uma conclusão. Uma ver

te chegou a casa, já pa

a pasta no chão e

te-o? Eu sabia qu

ade de quem pergunta se o

tei. Não olh

encont

cozinha, abriu

sabel já está muito melhor, a

m uma garrafa de água, fi

contigo? Ainda

i-me le

quero o

s lábios. Primeiro, uma expressão de s

, certo? Por causa disto?

ridícula. Estou

desprovida de emoção. Eu

ficar com a tua irmã porque ela estava 'nervosa'. Não era um assunto de vid

esta, a sua irr

sensível! E eu sabia que o Lucas

m, sozinho e a chorar. Qualque

m copo de água para justificar o divórcio. O que é

pairou no ar,

e. "Quero criar o meu filho num ambiente onde ele

r para um tom ameaçador. "Tu não tens nada. Esta casa é minha.

que me estav

tia era uma estranha

" respondi

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O Grito Silencioso de Uma Mãe
O Grito Silencioso de Uma Mãe
“O meu filho, Lucas, desapareceu no supermercado Pingo Doce, e foi aí que a minha vida, tal como a conhecia, se desfez em mil pedaços. Imagine o pânico a subir-nos pela garganta, o coração a bater descontroladamente, enquanto corremos por corredores aparentemente intermináveis, gritando o nome do nosso filho, que se desvaneceu entre as prateleiras. Agarrada ao telemóvel, as minhas mãos tremiam incontrolavelmente ao ligar ao meu marido, André. Ele atendeu, mas a sua voz não era de preocupação, mas de frieza e aborrecimento: "O que foi, Sofia? Estou numa reunião importante." E depois, o choque: ao fundo, ouvi a voz melosa da minha cunhada, Isabel, e a resposta dele, cruel e pública, "Não é nada, Isa. É só a Sofia a fazer um drama outra vez." A minha voz embargou, "Um drama? O nosso filho desapareceu e tu chamas a isso um drama?" Mas ele desligou, dizendo que "tinha de acalmar a Isabel". Naquele momento, no meio do barulho indiferente do supermercado, com o ecrã escuro do telemóvel a refletir o meu rosto pálido, a realidade atingiu-me com a força de uma parede de betão. Aquele homem, o pai do meu filho, escolhera consolar a irmã, que alegava um ataque de pânico imaginário, em vez de me ajudar a procurar a nossa criança. Como era possível que a vida que eu construíra fosse tão frágil, tão desprovida de amor e prioridade por parte de quem deveria ser o meu pilar? Como podia ele ser tão cego, tão indiferente ao nosso filho? Foi então que soube: este casamento tinha acabado. Não havia mais nada a salvar. E eu faria tudo para proteger o Lucas, nem que isso significasse uma guerra que eu estava finalmente pronta para travar.”
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