icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Grito Silencioso de Uma Mãe

Capítulo 3 

Palavras: 654    |    Lançado em: 27/06/2025

te, contactei

elo grisalho e olhos penetrantes que parecia

, a luz do sol a entrar pel

o do André. A presença constante e

cas nasceu, ela teve uma 'depressão pós-parto por simpatia' e ele passou a primeira

pôde vir connosco para o hospital porque a Isabel tinha um

data importante, era interro

viu pacientement

é que ele justifica

lescentes e ele prometeu que cuidaria sempre dela. Diz q

", a advogada inclin

r. Mas isso já não importa. O que importa é que a segurança do meu filho fo

s um caso. A negligência emocional e o abandono em tempo de crise s

o dinheiro são dele e q

iu, um sorriso

funciona assim. Vamos começar. Preciso de todos os registos qu

to do dia a

iver cada humilhação, cada mo

, eu estava sentada à mesa d

a confusão, d

é ist

do nosso

som seco e

s jogar este jogo? Vamos jogar.

saiu da cozinha. Ouvi-o

adivinhar com

elemóvel tocou. Era u

en

? É a

rosa, frágil. A su

queres,

somos família. Ele está tão magoado. Tu estás a destruir

uma escolha. E ele escolheu-te a ti em

um ataque de pânico! Tu não sabes o q

minha paciência a esgotar-se. "E sei que qualquer pessoa de

lig

ré saiu do quarto, o r

a minha ir

direção, o dedo apont

orrível, egoísta. E

a existir na tua vida desta forma, não há espaço para mim ou para

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Grito Silencioso de Uma Mãe
O Grito Silencioso de Uma Mãe
“O meu filho, Lucas, desapareceu no supermercado Pingo Doce, e foi aí que a minha vida, tal como a conhecia, se desfez em mil pedaços. Imagine o pânico a subir-nos pela garganta, o coração a bater descontroladamente, enquanto corremos por corredores aparentemente intermináveis, gritando o nome do nosso filho, que se desvaneceu entre as prateleiras. Agarrada ao telemóvel, as minhas mãos tremiam incontrolavelmente ao ligar ao meu marido, André. Ele atendeu, mas a sua voz não era de preocupação, mas de frieza e aborrecimento: "O que foi, Sofia? Estou numa reunião importante." E depois, o choque: ao fundo, ouvi a voz melosa da minha cunhada, Isabel, e a resposta dele, cruel e pública, "Não é nada, Isa. É só a Sofia a fazer um drama outra vez." A minha voz embargou, "Um drama? O nosso filho desapareceu e tu chamas a isso um drama?" Mas ele desligou, dizendo que "tinha de acalmar a Isabel". Naquele momento, no meio do barulho indiferente do supermercado, com o ecrã escuro do telemóvel a refletir o meu rosto pálido, a realidade atingiu-me com a força de uma parede de betão. Aquele homem, o pai do meu filho, escolhera consolar a irmã, que alegava um ataque de pânico imaginário, em vez de me ajudar a procurar a nossa criança. Como era possível que a vida que eu construíra fosse tão frágil, tão desprovida de amor e prioridade por parte de quem deveria ser o meu pilar? Como podia ele ser tão cego, tão indiferente ao nosso filho? Foi então que soube: este casamento tinha acabado. Não havia mais nada a salvar. E eu faria tudo para proteger o Lucas, nem que isso significasse uma guerra que eu estava finalmente pronta para travar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10