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O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras

Capítulo 2 

Palavras: 658    |    Lançado em: 27/06/2025

do Lucas, o senhor Ma

sério, com um a

veio s

a mancar ligeiramente,

uma expressão que mis

não é uma decisão para se tomar de ânimo leve," disse o

ntou-se, colocando-se pr

passar por um trauma. Talvez esta não

ha mãe, os seus o

Clara. Ele fez o que qualquer bom homem faria. E de

i para

para o chão, a fing

" eu disse, a minha voz se

um sussurro. "Eu estava tão preocupada com o Trovã

ueri

ra a justificaçã

ele tem responsabilidades. A Joana é a sua única irmã. El

tivesse a contar uma história trá

func

ugar nesta família?"

esta, apanhado de surpresa

serás a sua esposa. O teu lug

trás depois de um acidente quase fatal

no quarto

eçou a chor

oblemas. Eu sinto muito,

mim, a sua expressão endurecida. "Vejo que não estás a ser razoável. Estás a ser e

ajudando a Joan

fazer. Não vais encontrar

íram do

les e virou-se para mim, a sua cara

os, querida. Tu fiz

uma parte de mim

recer que a cu

pessoa insens

óvel vibrou

o Lu

no

e novo.

ente,

, ouve-me. O meu

im

Eu devia ter ficado contigo. Mas a Joana estava a ter

z soava

omento,

do olhar da Joana. D

carro, a dor a latejar na m

não es

u preciso

itar tudo fora? O nosso futuro?

o incluía ser uma segunda op

i o núm

o da Joana e o d

cisava

ava de

rna, mas algo mui

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O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras
O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras
“A primeira coisa que vi ao abrir os olhos foi o teto branco do hospital, e a dor lancinante na minha perna partida. O meu noivo, Lucas, estava ao meu lado quando o carro caiu da estrada da montanha. Eu lhe perguntei onde ele estava, cheia de uma esperança agonizante. A minha mãe, com os olhos inchados, hesitou. "Ele... ele está a cuidar da irmã dele, a Joana." Joana? A Joana que torceu o tornozelo a procurar um cão assustado? Enquanto eu jazia ali, com os ossos esmagados, quase morta, ele estava com ela. Agarrei no telemóvel e liguei-me. A voz dele, cansada, sem uma sombra de preocupação verdadeira, confirmou: "Estou no hospital com a Joana. Ela magoou o pé. O Trovão também está muito assustado." Foi então que eu perguntei, com uma calma assustadora: "Então, vais ficar aí com ela?" "Sim, ela precisa de mim. Ela está sozinha, sabes como ela é sensível", respondeu ele, como se eu não fosse a sua noiva, a mulher que acabava de sobreviver a um inferno. Sensível? E eu? O que era eu? A vítima de um acidente quase fatal? A sua acusação veio rápida, como uma pedra: "Não podes ser um pouco mais compreensiva?" Compreensiva? Eu tinha uma perna partida! Eu quase morri! Ele alegou ter-me salvado, mas logo a seguir, abandonou-me. Não bastava a traição, no dia seguinte, o pai dele, o Sr. Matias, e a própria Joana, vieram ao hospital. Em vez de desculpas, fui confrontada com ameaças e acusações. "Estás a ser egoísta, Clara. O casamento é sobre sacrifício. Não vais encontrar outro homem como o Lucas." Eles fizeram-me sentir como se a culpa fosse minha, como se fosse eu a insensível e egoísta. Até a Joana, em lágrimas dissimuladas, veio com a conversa de que manipulou Lucas, lançando a culpa sobre o coitado do irmão. Eu não chorei. Eu estava vazia, mas uma raiva fria começou a ferver dentro de mim. Era inacreditável. A minha dor era um inconveniente para a família Matias. A exigência de devolver o anel de noivado e de os compensar pelos "danos emocionais" foi a gota d' água. A ferida moral era ainda mais profunda que a física. Mas eu não era uma vítima. Com a minha mãe e um advogado ao meu lado, decidi lutar. Não mais pela justiça, mas pela minha dignidade. Era hora de mostrar-lhes que a fénix renasce das cinzas, e que a minha paz já não os incluía.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10