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O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras

Capítulo 3 

Palavras: 471    |    Lançado em: 27/06/2025

assaram-se numa névoa

lentamente, mas a ferida emoc

e foi a mi

-me a tomar banho, lia para mim

s ou a sua família, a meno

muletas pela sala de estar, a frustra

ícil," murmurei

mãe ap

em, querida. Cada p

no sofá,

me tão

onheço," disse ela, sentando-se ao

estava a falar apen

ou na m

... ele era um po

ara ela, s

do meu pai. Eles divorciaram-

o as

primeiro lugar. Eu e tu vínhamos sempre depois. Eu pensei que o

um som cheio d

a apenas a pedir para ser uma prioridade. Para ser vista. Quando fin

ou-me n

que eu. Demoraste muito menos

m como um bálsamo par

era e

era ins

nas a exigir

te, tive

ta ao carro, pre

a lá fora, a

me," eu

estava a chamar por ele,

mos de encont

reu na direção dela,

o meu coração a bat

parecia

ior inseguranç

nte, recebi uma

gado do sen

xigir o anel de

s "danos emocionais" e pelos

carta à

a sua cara

Que lata in

é que e

disse ela com determinação. "E

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O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras
O Renascer da Fénix: Minha Paz, Minhas Regras
“A primeira coisa que vi ao abrir os olhos foi o teto branco do hospital, e a dor lancinante na minha perna partida. O meu noivo, Lucas, estava ao meu lado quando o carro caiu da estrada da montanha. Eu lhe perguntei onde ele estava, cheia de uma esperança agonizante. A minha mãe, com os olhos inchados, hesitou. "Ele... ele está a cuidar da irmã dele, a Joana." Joana? A Joana que torceu o tornozelo a procurar um cão assustado? Enquanto eu jazia ali, com os ossos esmagados, quase morta, ele estava com ela. Agarrei no telemóvel e liguei-me. A voz dele, cansada, sem uma sombra de preocupação verdadeira, confirmou: "Estou no hospital com a Joana. Ela magoou o pé. O Trovão também está muito assustado." Foi então que eu perguntei, com uma calma assustadora: "Então, vais ficar aí com ela?" "Sim, ela precisa de mim. Ela está sozinha, sabes como ela é sensível", respondeu ele, como se eu não fosse a sua noiva, a mulher que acabava de sobreviver a um inferno. Sensível? E eu? O que era eu? A vítima de um acidente quase fatal? A sua acusação veio rápida, como uma pedra: "Não podes ser um pouco mais compreensiva?" Compreensiva? Eu tinha uma perna partida! Eu quase morri! Ele alegou ter-me salvado, mas logo a seguir, abandonou-me. Não bastava a traição, no dia seguinte, o pai dele, o Sr. Matias, e a própria Joana, vieram ao hospital. Em vez de desculpas, fui confrontada com ameaças e acusações. "Estás a ser egoísta, Clara. O casamento é sobre sacrifício. Não vais encontrar outro homem como o Lucas." Eles fizeram-me sentir como se a culpa fosse minha, como se fosse eu a insensível e egoísta. Até a Joana, em lágrimas dissimuladas, veio com a conversa de que manipulou Lucas, lançando a culpa sobre o coitado do irmão. Eu não chorei. Eu estava vazia, mas uma raiva fria começou a ferver dentro de mim. Era inacreditável. A minha dor era um inconveniente para a família Matias. A exigência de devolver o anel de noivado e de os compensar pelos "danos emocionais" foi a gota d' água. A ferida moral era ainda mais profunda que a física. Mas eu não era uma vítima. Com a minha mãe e um advogado ao meu lado, decidi lutar. Não mais pela justiça, mas pela minha dignidade. Era hora de mostrar-lhes que a fénix renasce das cinzas, e que a minha paz já não os incluía.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10