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Quando o Silêncio do Marido Mata

Capítulo 1 

Palavras: 567    |    Lançado em: 27/06/2025

pital estava silencioso, o chei

va as notícias. Um incêndio enorme no cen

o era nada comparado a

não estava

as mãos trêmulas e ligu

a ao lado, dormindo profundamen

rreu tentand

precisava m

três vezes. Finalmente, João

Estou exausto. O

ouvi outra voz ao fundo, a

O incêndio a deixou muito assustada. Fi

a a sobrin

choque, não para de chorar. Tenho

era fria,

rgo se formou

mos nos d

o, que durou apenas um segundo

estava trabalhando! Salvei a vida de dez pessoas hoje! A minha s

pai

morremos queimadas, e

o pela sobrinha dele, q

mas eu as segurei. Não

é?" eu disse, a voz cal

cresça sem pai? Pára de drama! Eu estou ocupado com a

desl

c

ligar d

que

minha barriga

nem

que ele usava para me c

que me prendia

ra uma opção, er

estava ocupado

ília dele? O nos

ignorado minhas dezoito chamadas enquanto o fogo c

osa. Eu carreg

speramos por t

r o fogo se aproximando, a fumaça enchendo meus pu

ltou de

ular da minha mãe

sogro,

r, dizer que ela

seca rasgando o silênci

ta, furiosa, e eu pud

o João e pedir o divórcio num momento como este! Ela não tem c

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Quando o Silêncio do Marido Mata
Quando o Silêncio do Marido Mata
“Quando acordei no hospital, o cheiro de desinfetante não podia mascarar o vazio que sentia. Lá fora, um incêndio gigante, dezenas de mortos. Mas para mim, a tragédia era pessoal: meu filho não estava mais ali. Com as mãos trêmulas, liguei para João, meu marido. Do outro lado, ele atendeu, irritado, dizendo que o dia tinha sido um inferno e que estava exausto. Mal comecei a falar, ouvi a voz da minha sogra, Helena, ao fundo, preocupada com a sobrinha dele, Beatriz, assustada com o incêndio. João nem me deu chance, disse que tinha que cuidar da sobrinha em choque e perguntou friamente: "O que você quer?" Eu, que havia perdido nosso filho, com minha mãe quase morrendo queimada, e ele me pedia compaixão pela sobrinha dele. A raiva dele explodiu quando eu disse: "João, vamos nos divorciar." Ele gritou se eu tinha enlouquecido, me acusou de não ter compaixão e ainda me chantageou com a gravidez, que ele nem sabia que tinha acabado! Em seguida, ele desligou na minha cara e me bloqueou. Ele se importava com a "família", mas eu e nosso filho, que esperamos por três longos anos, não fazíamos parte dela. Nossas dezoito chamadas ignoradas enquanto o fogo consumia o prédio, a instrução para eu "me virar", a negligência dele deixou nosso bebê sem vida. Onde estava a justiça para mim? Em meio a essa dor insuportável e à traição de quem deveria me proteger, uma coisa era clara: eu precisava me reinventar. O divórcio não era mais uma opção, mas uma necessidade urgente. Era hora de dar um basta e lutar pela minha dignidade, pela memória do meu filho, e encontrar um novo começo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10