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Quando o Silêncio do Marido Mata

Capítulo 2 

Palavras: 558    |    Lançado em: 27/06/2025

minha mãe f

nder, mas a toss

por fa

tá arrasado, a Beatriz não para de chorar, e a Helena está com a pressão

desl

os olhos cheios de uma dor

ulpada por alg

eu disse, a voz mais firme do que

ha... o d

a interrompi. "Eu não

tiu, as lágrimas finalmente es

certa. Ela viveu um infe

dvogado que minha mãe c

alvo, mas com olhos genti

abandono, a negligênci

ele pergunto

s saindo sem emoção. "Por causa do incê

anotou tudo,

gligência grave. Podemos processá

ele," eu respondi. "Eu só

ompensação. Pelo apartamento, pelos se

nsar em dinhei

tinha perdido tudo no incêndio tamb

e. "Faça o qu

epois, rece

e ir. Nosso prédio er

queno apartamento alugado, pago

les, mas era noss

novo apartamento,

mero desc

en

of

era de

ômago r

você

ê," ele disse, a voz e

e mu

só i

oube?" eu pe

le ligou para

balho de ligar para mim, mas

so, estou d

r favor, me perdoe. Eu não sabia. Eu

u o cortei. "Você me deixou para morrer

Eu não sabia que

tei que o prédio estava pegando fog

utro lado era a

rando pela primeira vez. "Eu teria te perdoad

telefone e

sala vazia e, fi

lho. Chorei pela m

lher estúpida qu

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Quando o Silêncio do Marido Mata
Quando o Silêncio do Marido Mata
“Quando acordei no hospital, o cheiro de desinfetante não podia mascarar o vazio que sentia. Lá fora, um incêndio gigante, dezenas de mortos. Mas para mim, a tragédia era pessoal: meu filho não estava mais ali. Com as mãos trêmulas, liguei para João, meu marido. Do outro lado, ele atendeu, irritado, dizendo que o dia tinha sido um inferno e que estava exausto. Mal comecei a falar, ouvi a voz da minha sogra, Helena, ao fundo, preocupada com a sobrinha dele, Beatriz, assustada com o incêndio. João nem me deu chance, disse que tinha que cuidar da sobrinha em choque e perguntou friamente: "O que você quer?" Eu, que havia perdido nosso filho, com minha mãe quase morrendo queimada, e ele me pedia compaixão pela sobrinha dele. A raiva dele explodiu quando eu disse: "João, vamos nos divorciar." Ele gritou se eu tinha enlouquecido, me acusou de não ter compaixão e ainda me chantageou com a gravidez, que ele nem sabia que tinha acabado! Em seguida, ele desligou na minha cara e me bloqueou. Ele se importava com a "família", mas eu e nosso filho, que esperamos por três longos anos, não fazíamos parte dela. Nossas dezoito chamadas ignoradas enquanto o fogo consumia o prédio, a instrução para eu "me virar", a negligência dele deixou nosso bebê sem vida. Onde estava a justiça para mim? Em meio a essa dor insuportável e à traição de quem deveria me proteger, uma coisa era clara: eu precisava me reinventar. O divórcio não era mais uma opção, mas uma necessidade urgente. Era hora de dar um basta e lutar pela minha dignidade, pela memória do meu filho, e encontrar um novo começo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10