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Quando o Amor Vira Mentira: A Luta de Sofia

Capítulo 2 

Palavras: 443    |    Lançado em: 27/06/2025

sinfetante enchia o ar. Er

braços do meu sogro, o Senhor Artur. Ele deu-me um olh

ogro, a sua voz desprovida de qualque

a sua cara contorceu

ste ver a tua obra? Se o meu filho m

. Apertei o meu fi

inha voz saiu mais fir

carrega o sangue do meu filho, não o teu! Devia

num momento como este, a su

ala de espera fria e estéril. Lucas mexeu-s

ele era uma fac

luz da cirurgia

, de olhos vermelhos e inchados, e um i

os pais do Pedro,

a voz a tremer de raiva. "Foi o teu fil

isse nada, apenas

de mim. Ela era uma mulher

sua voz um sussurro quebrado.

imas que eu tinha segurado

eu não sabi

luçou. "Ela desistiu de tudo por

inha sogra voltaram a mim. Ele

era ve

uma mentira. A minha

ibrar na minha mala. Era

recebida da conta conjunt

ara o ecrã

o nosso dinheiro para a sua conta

ava apenas

a deixar-

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Quando o Amor Vira Mentira: A Luta de Sofia
Quando o Amor Vira Mentira: A Luta de Sofia
“No dia do terceiro aniversário do meu filho, Lucas, o meu marido, Pedro, simplesmente não voltou para casa. Preparei o seu bolo favorito e enchi a sala com balões azuis, enquanto Lucas esperava, adormecendo no sofá com o seu pequeno carro de corrida. Liguei para o Pedro dezenas de vezes, mas só encontrei o silêncio do telemóvel desligado. O meu coração afundava a cada tentativa falhada, até que a campainha tocou, já perto da meia-noite. Corri para a porta, com a esperança a reacender-se, mas não era ele. Eram dois polícias, com expressões sérias, que trouxeram a notícia: Pedro sofrera um acidente de carro, estado crítico. O mundo parou, as palavras ecoavam na minha cabeça: "crítico", "acidente". Mas a próxima frase atingiu-me como um raio: "Havia outra pessoa no carro... uma mulher. Infelizmente, ela não sobreviveu." O nome dela? Clara Bastos. A ex-namorada de Pedro, aquela que ele jurou ter ficado no passado. Antes que eu pudesse processar a traição, a minha sogra, Dona Alice, subiu as escadas, o seu medo transformado em raiva pura. "A culpa é tua! Tu nunca o fizeste feliz! A Clara era o verdadeiro amor da vida dele! Se ele morrer, a culpa é tua!" As palavras dela, o facto de que toda a minha vida tinha sido uma farsa, atingiram-me mais do que qualquer golpe físico. O nosso casamento, o nosso filho... Seríamos apenas um obstáculo? Uma mentira? Senti o meu telemóvel vibrar no bolso: uma notificação de transferência bancária. Pedro tinha transferido quase todo o nosso dinheiro da conta conjunta para a sua conta pessoal, horas antes do acidente. Ele não me estava apenas a deixar; estava a deixar-me sem nada. Num piscar de olhos, a minha vida desmoronou-se. Mas eu não me ajoelharia. Enquanto a minha sogra me amaldiçoava, senti uma raiva fria a crescer. Não olhei para trás. A batalha pela minha vida e pela do meu filho tinha acabado de começar.”
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