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Quando o Amor Vira Mentira: A Luta de Sofia

Capítulo 4 

Palavras: 478    |    Lançado em: 27/06/2025

a, muito diferente da raiva que tinha

iada. "Como é que con

óvel dela. Ela guardou-o como 'A Esp

as eram direta

ue queres?

eu ele. "Pela minh

ta sobre a mesa na m

nte, e

extratos bancários, e-ma

as de que ele lhe tinha prometido deixar-me. Provas de que ele estava a desviar d

iam comprar juntos. Uma casa para a qu

teu um erro ao envolver-se com um homem casado. Mas o Pedro... ele era um m

péis, cada página

de manhã," eu disse, a minha voz

fugir com ela hoje. Iam para o Br

do filho. Marido desaparece. Marido

ica coisa que não c

ntigo a ajudar-me?" perguntei,

o Tiago. "A mãe dele vai tentar tirar-te tudo. Especialmente o

azão. Eu nã

z a endurecer. "Quero que eles percam tudo, tal com

om

tem é teu. Esse dinheiro que ele roubou, é teu. A casa dele

Vou representar-te. Pro bono. Não quero o teu din

ruí-

a. Para o homem deitado numa cama, ligado

ia começou a transform

s frio.

iv

sse. "Vamos

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Quando o Amor Vira Mentira: A Luta de Sofia
Quando o Amor Vira Mentira: A Luta de Sofia
“No dia do terceiro aniversário do meu filho, Lucas, o meu marido, Pedro, simplesmente não voltou para casa. Preparei o seu bolo favorito e enchi a sala com balões azuis, enquanto Lucas esperava, adormecendo no sofá com o seu pequeno carro de corrida. Liguei para o Pedro dezenas de vezes, mas só encontrei o silêncio do telemóvel desligado. O meu coração afundava a cada tentativa falhada, até que a campainha tocou, já perto da meia-noite. Corri para a porta, com a esperança a reacender-se, mas não era ele. Eram dois polícias, com expressões sérias, que trouxeram a notícia: Pedro sofrera um acidente de carro, estado crítico. O mundo parou, as palavras ecoavam na minha cabeça: "crítico", "acidente". Mas a próxima frase atingiu-me como um raio: "Havia outra pessoa no carro... uma mulher. Infelizmente, ela não sobreviveu." O nome dela? Clara Bastos. A ex-namorada de Pedro, aquela que ele jurou ter ficado no passado. Antes que eu pudesse processar a traição, a minha sogra, Dona Alice, subiu as escadas, o seu medo transformado em raiva pura. "A culpa é tua! Tu nunca o fizeste feliz! A Clara era o verdadeiro amor da vida dele! Se ele morrer, a culpa é tua!" As palavras dela, o facto de que toda a minha vida tinha sido uma farsa, atingiram-me mais do que qualquer golpe físico. O nosso casamento, o nosso filho... Seríamos apenas um obstáculo? Uma mentira? Senti o meu telemóvel vibrar no bolso: uma notificação de transferência bancária. Pedro tinha transferido quase todo o nosso dinheiro da conta conjunta para a sua conta pessoal, horas antes do acidente. Ele não me estava apenas a deixar; estava a deixar-me sem nada. Num piscar de olhos, a minha vida desmoronou-se. Mas eu não me ajoelharia. Enquanto a minha sogra me amaldiçoava, senti uma raiva fria a crescer. Não olhei para trás. A batalha pela minha vida e pela do meu filho tinha acabado de começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10