icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Escolha Fatal do Meu Marido

Capítulo 2 

Palavras: 604    |    Lançado em: 27/06/2025

homem que raramente

o hospital com uma perna partida e múltiplas fr

de estava o teu filho precioso quando a minha filha prec

arrogância. "Isso... isso não é desculpa para pedir o divórcio! A Sofia es

nora, não é nada para ti?" o meu pai retor

dimento. "Desculpa, minha filha. Foi culpa minha. Eu devi

beça. "Não é c

asar com o Lucas, ele expressou as suas preocu

oração estava

io era i

u pai contratou veio visitar-me no ho

s um caso forte para o divórcio por abandono emocional e ne

no alívio. Pelo menos não ter

ão veio sozinho. Clara estava com ele, apoiando-se nele de for

a e frágil, como

o. "Eu sei que estás chateada, mas pedir o divó

, a culpa é minha. Eu não devia ter incomodad

feitamente ensaiada. A minha raiv

e, a minha voz

ziu a test

e, saiam

cas, a sua paciência a esgotar-se. "E

e sem alegria. "Não há nada para resolv

culados para despertar simpatia. "É tudo culpa minha...

sair, mancando d

"Clara, não é tua culpa. A So

u não posso acreditar que te tornaste nes

ase morri, e ele c

, a minha voz a

ir buscar um café, voltou e viu

mã... e sai. A minha fil

epois para mim, e finalmente

sentou-se ao meu lado. "Eles n

xausta. A batalha est

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Escolha Fatal do Meu Marido
A Escolha Fatal do Meu Marido
“Quando o carro capotou e o mundo se virou de cabeça para baixo, a minha primeira e única esperança era o Lucas, o meu marido. Disquei o número dele 18 vezes, enquanto a dor insuportável me consumia e a minha vida pendia por um fio. Ele atenderia, ele viria, certo? Mas em vez de um marido preocupado, recebi uma voz impaciente e, pior, a notícia de que ele estava a "cuidar" da sua "irmã" Clara, que supostamente torcera o tornozelo, e do gato doente dela. Enquanto eu estava com uma perna partida e múltiplas fraturas, lutando pela vida num leito de hospital. O pai de Lucas, que sempre me tratou com frieza, surgia agora transbordante de carinho por Clara, chamando-a de "minha filha". A minha família desmoronava-se diante dos meus olhos enquanto o meu sogro me ligava, aos berros, chamando-me de "vergonha" por querer o divórcio por uma "coisa tão pequena". Como é que a minha quase morte era uma "coisa tão pequena"? Como podiam ser tão cegos, tão cruéis? A raiva e a dor dilaceravam-me, mas a confusão era ainda maior: quem eram estas pessoas? Onde estava a verdade no meio de tanta falsidade? Foi então que a minha amiga virou a revista e a imagem de Clara, sorridente e saudável, a festejar na noite do meu acidente, me atingiu como um raio. A mentira descarada e hedionda explodiu na minha cara. Não era negligência. Era abandono. Era maldade pura. A partir daquele momento, sabia que não ia apenas divorciar-me. Eu exporia a verdade, custe o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10