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A Escolha Fatal do Meu Marido

Capítulo 3 

Palavras: 478    |    Lançado em: 27/06/2025

ital tornou-se o meu refúg

s as suas mensagens

As famílias passam por dific

ente culpada. Estás a magoá

apontado contigo. Ele ach

faca, a tentar minar a minha r

stravam as minhas chamadas não atendidas para Lucas na noite do acidente. Ele também

s," disse ele durante a sua visita s

amiga, a Joana, veio visitar-me. Ela trouxe r

idiota e da sua 'irmãzinha' sinistra," dis

imeira vez em di

ra? Ela parece saída de um filme de terr

erozmente leal. A sua

revistas e de repe

foi?" p

foto mostrava Clara a sorrir brilhantemente numa festa. A legenda dizia: "Clara

A noite do

gado dos me

m tornozelo torcido. Eles esta

rcido, do gato doente... tudo uma farsa para encobrir o facto de q

entirosos," gaguejei,

a tudo, Sofia. Isto não é apenas

telemóvel. "Vou enviar isto para o teu

Clara a sorrir na festa, enquanto eu estava presa n

a mais aguda do que

e tinha-me abandonado conscientemente. Ele

assando de uma necessidade a uma missão. Eu não i

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A Escolha Fatal do Meu Marido
A Escolha Fatal do Meu Marido
“Quando o carro capotou e o mundo se virou de cabeça para baixo, a minha primeira e única esperança era o Lucas, o meu marido. Disquei o número dele 18 vezes, enquanto a dor insuportável me consumia e a minha vida pendia por um fio. Ele atenderia, ele viria, certo? Mas em vez de um marido preocupado, recebi uma voz impaciente e, pior, a notícia de que ele estava a "cuidar" da sua "irmã" Clara, que supostamente torcera o tornozelo, e do gato doente dela. Enquanto eu estava com uma perna partida e múltiplas fraturas, lutando pela vida num leito de hospital. O pai de Lucas, que sempre me tratou com frieza, surgia agora transbordante de carinho por Clara, chamando-a de "minha filha". A minha família desmoronava-se diante dos meus olhos enquanto o meu sogro me ligava, aos berros, chamando-me de "vergonha" por querer o divórcio por uma "coisa tão pequena". Como é que a minha quase morte era uma "coisa tão pequena"? Como podiam ser tão cegos, tão cruéis? A raiva e a dor dilaceravam-me, mas a confusão era ainda maior: quem eram estas pessoas? Onde estava a verdade no meio de tanta falsidade? Foi então que a minha amiga virou a revista e a imagem de Clara, sorridente e saudável, a festejar na noite do meu acidente, me atingiu como um raio. A mentira descarada e hedionda explodiu na minha cara. Não era negligência. Era abandono. Era maldade pura. A partir daquele momento, sabia que não ia apenas divorciar-me. Eu exporia a verdade, custe o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10