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A Escolha Fatal do Meu Marido

Capítulo 4 

Palavras: 550    |    Lançado em: 27/06/2025

Sr. Alves ficou ai

destrói completamente a defesa deles. A alegação de que estav

isto para pressionar por

do que dinheiro.

," disse eu. "Eu quero que ele

Sr. Alves. "Vamos av

nte à família de Lucas. Desta vez, foi Miguel que

itou, a sua voz distorcida pela raiva.

ída," respondi calmamente. "Eu es

uma pequena celebração! A Clara tem passado p

a minha voz quebrou, apesar dos

utro lado. Ele não tin

a," cuspiu ele finalmente. "O Lucas

cordei. "E eu também. A

vras já não me magoavam. Elas apen

ltar para a casa que eu partilhava com o Lucas

transformou o quarto de hóspedes do rés-do-chão para mim, pa

minhas malas, encontrámos uma caixa de fotos antigas. Havia

parecíamos

erguntou a Joana, segurando um

a cabeça. "Não. Deixa-as

quê? De que el

feliz," disse eu. "E que pos

u à porta do meu pai. Ele pa

favor, podem

entrada. "Acho que já dis

e a minha esposa

o meu pai, a sua voz gélida. "Vai-te

i, os seus olhos a suplicar. "Sofia, eu amo-te.

m dia amei, e não senti nada. Nem p

Lucas," disse eu.

momento, depois virou-se e

me a ela. A primeira grand

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A Escolha Fatal do Meu Marido
A Escolha Fatal do Meu Marido
“Quando o carro capotou e o mundo se virou de cabeça para baixo, a minha primeira e única esperança era o Lucas, o meu marido. Disquei o número dele 18 vezes, enquanto a dor insuportável me consumia e a minha vida pendia por um fio. Ele atenderia, ele viria, certo? Mas em vez de um marido preocupado, recebi uma voz impaciente e, pior, a notícia de que ele estava a "cuidar" da sua "irmã" Clara, que supostamente torcera o tornozelo, e do gato doente dela. Enquanto eu estava com uma perna partida e múltiplas fraturas, lutando pela vida num leito de hospital. O pai de Lucas, que sempre me tratou com frieza, surgia agora transbordante de carinho por Clara, chamando-a de "minha filha". A minha família desmoronava-se diante dos meus olhos enquanto o meu sogro me ligava, aos berros, chamando-me de "vergonha" por querer o divórcio por uma "coisa tão pequena". Como é que a minha quase morte era uma "coisa tão pequena"? Como podiam ser tão cegos, tão cruéis? A raiva e a dor dilaceravam-me, mas a confusão era ainda maior: quem eram estas pessoas? Onde estava a verdade no meio de tanta falsidade? Foi então que a minha amiga virou a revista e a imagem de Clara, sorridente e saudável, a festejar na noite do meu acidente, me atingiu como um raio. A mentira descarada e hedionda explodiu na minha cara. Não era negligência. Era abandono. Era maldade pura. A partir daquele momento, sabia que não ia apenas divorciar-me. Eu exporia a verdade, custe o que custasse.”
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