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Quando o Amor Não É Suficiente

Capítulo 1 

Palavras: 486    |    Lançado em: 27/06/2025

arto. Sentia o meu corpo pesado, uma d

o, segurando a minha mão. A sua expressão

co disse que a cirurgia foi u

inchada sob o lençol do hospital. O nosso fil

ado que passou um sinal vermelho. Eu

ou na mesa de cabece

o at

em. A cirurgia correu b

sto de Pedro mudou, a

stá no hospital?

do meu padrasto com a sua primeira

e, a sua voz agora tensa. "Okay, e

hou para mim, evi

frasco inteiro de comprimidos para dormir. O

z ficava do outr

, perguntei, a

muito fraca. O meu pai está d

, eu acabei de sair de uma cirur

s a Sofia... ela não tem mais ninguém. O meu pai está

minha testa. O beijo foi

o o mais rápido que puder. Liga-m

sso, el

a mão dele já não na minha. O quart

s, e ele foi a correr para a irm

lutando para sobreviver, parecia menos importa

na autoestrada, causado por um condutor imprudente. A mesma auto

m dizer-lhe para ter c

tentando focar-me na pequena vida dentro de mi

e eu tinha de pr

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Quando o Amor Não É Suficiente
Quando o Amor Não É Suficiente
“Acabei de acordar no hospital. O cheiro a desinfetante, o corpo pesado, mas o alívio era imenso. O meu bebé, o nosso pequeno milagre, estava seguro depois de um acidente de carro terrível. A cirurgia para salvá-lo tinha sido um sucesso. O Pedro, o meu marido, estava ao meu lado, as mãos dadas, partilhando o meu alívio. Mas então, o telemóvel dele tocou. A minha meia-irmã, Sofia, tinha tentado suicidar-se. Num piscar de olhos, o Pedro largou a minha mão, largou a mim, recém-operada e ainda em choque. Ele correu para ela, deixando-me para trás, sozinha, no leito hospitalar. Três dias se passaram, e ele não voltou. As suas desculpas eram vagas: "A Sofia ainda precisa de mim. Ela só fala comigo." Fui buscar alta em táxi, porque ele não apareceu. Ele estava a acalmá-la do pânico por um acidente hipotético, enquanto eu tinha vivido um real. Senti-me a diminuir, a tornar-me insignificante. "Ele é o meu marido", disse à minha mãe, "devia estar aqui!" Até o meu padrasto me ligou, repreendendo-me por não ser "compreensiva". "Tu és forte", disse ele. "Tu aguentas." "Então eu não mereço compaixão?", sussurrei. Essa "força" era uma prisão. Mas eu não ia deixar o meu filho ser a segunda escolha de ninguém. Eu, Clara, tinha acabado de sair do hospital depois de quase perder a minha vida e a do meu filho, e ele escolheu a irmã. A ironia era amarga. Agora, era a minha vez de escolher. E era hora de lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10