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Quando o Amor Não É Suficiente

Capítulo 2 

Palavras: 567    |    Lançado em: 27/06/2025

am trê

hamadas eram curtas, as sua

inda preci

o está a ague

e a comer. Só

e a diminuir, a tornar-me mai

me. Ela trouxe uma sopa caseira qu

sentes,

. O bebé está a

us olhos a examinar o meu rosto. Ela

está o

a. Ela... n

ela família melhor do que ninguém. Ela casou com o meu padrasto, Ricardo, q

sua fragilidade como uma arma. E o teu mar

ãe. Ele devia estar aq

querida

vestir, a arrumar as minhas poucas coisas. O hospi

que viria

Uma hora.

igou-lhe. Ele

ra, o seu marido ligou. Ele disse que ficou preso num imp

ue a fugir d

mpre

"Aquele irresponsável. Vamos

primeira coisa que vi foi a ausência. A casa estava exatamente como eu a tinha

móvel toco

com uma mistura de raiva

Desculpa, a Sofia teve u

peti, a palavra

estrada e começou a ter um ataque de pânico. Achou

la sobre um acidente hipotético, enquanto

preciso d

tão vulnerável agora. Não a po

a-irmã é mais importante que a tu

sso, Clara.

ital durante três dias, Pedro! O nosso filho quase mor

prometo. Assim que a

ão conseguia

rriga. Uma onda de pr

. Porque ele não compreen

ho crescer a pensar que era

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Quando o Amor Não É Suficiente
Quando o Amor Não É Suficiente
“Acabei de acordar no hospital. O cheiro a desinfetante, o corpo pesado, mas o alívio era imenso. O meu bebé, o nosso pequeno milagre, estava seguro depois de um acidente de carro terrível. A cirurgia para salvá-lo tinha sido um sucesso. O Pedro, o meu marido, estava ao meu lado, as mãos dadas, partilhando o meu alívio. Mas então, o telemóvel dele tocou. A minha meia-irmã, Sofia, tinha tentado suicidar-se. Num piscar de olhos, o Pedro largou a minha mão, largou a mim, recém-operada e ainda em choque. Ele correu para ela, deixando-me para trás, sozinha, no leito hospitalar. Três dias se passaram, e ele não voltou. As suas desculpas eram vagas: "A Sofia ainda precisa de mim. Ela só fala comigo." Fui buscar alta em táxi, porque ele não apareceu. Ele estava a acalmá-la do pânico por um acidente hipotético, enquanto eu tinha vivido um real. Senti-me a diminuir, a tornar-me insignificante. "Ele é o meu marido", disse à minha mãe, "devia estar aqui!" Até o meu padrasto me ligou, repreendendo-me por não ser "compreensiva". "Tu és forte", disse ele. "Tu aguentas." "Então eu não mereço compaixão?", sussurrei. Essa "força" era uma prisão. Mas eu não ia deixar o meu filho ser a segunda escolha de ninguém. Eu, Clara, tinha acabado de sair do hospital depois de quase perder a minha vida e a do meu filho, e ele escolheu a irmã. A ironia era amarga. Agora, era a minha vez de escolher. E era hora de lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10