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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson

Capítulo 1 

Palavras: 841    |    Lançado em: 27/06/2025

ho morreu, o céu estava l

o três anos no

foguetão azul, estava na mes

do no sofá, com os cotovelos nos

vazio no chão, onde o me

sado, quebrado apenas pel

osso casamento

e disquei o número da mi

atendida. Finalmente, a

a esta hora? Estou a

era fria, c

... ele

como um sussurr

lado. Depois, ela disse,

ste-o cair? Já te disse que não s

me surpreenderam. A c

ebre alta. Eu liguei ao Pe

pânico. O Pedro teve de a levar ao hospital. A miúda mal conse

dezasseis anos do Ped

rer, e a prioridade dele

é que entraste em pânico por nada e agora aconteceu o pior.

. O meu filho n

divórci

alta, para que e

s olhos estavam vermelhos, ma

bou de morrer e tu falas em

iu do outro lado

er é um monstro! Eu sempre te disse que ela não prest

móvel. Não conse

-se e veio na

isto. Não agora. Pre

a vez naquela noite. "Eu precisei de ti hoje. O

ça, Helena! Ela

e 40 graus! Eu liguei-te vinte e sete vezes, Pedro

s olhava para mim, a sua raiva a transf

ei que fosse

m riso amargo. "Nunca é grave qu

uarto. A mala que eu tinha prepara

sse vivo, eu provavelmente teria ficado. Teria engo

. A única razão que me prendia a esta

e faria od

? Ou era apenas mais uma forma de ela e a mãe dela man

u as minhas chamadas? Pensou no se

atendido a primeira chamada. Ou a segunda

mbrei-me do pânico que senti, sozinha na ambulância

do de mim, e o pai dele est

tocou. Era a irmã d

amente, a sua voz c

calmou-se? Sim, sim, eu sei. Não

ou para mim, quase

uito abalada. P

enas o observei a peg

rou à

omes nenhuma decisão prec

ha na casa onde o nosso filho mor

le, haveria se

eu mundo tinh

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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
“Na noite em que o meu filho morreu, o céu estava limpo, sem uma única nuvem. O bolo de foguetão azul, intocado, esperava na mesa de jantar. O meu marido Pedro estava ali, na sala, mas não estava comigo. Enquanto o nosso Tiago, de quase três anos, ardia em febre, liguei-lhe vinte e sete vezes. Vinte e sete chamadas que ele ignorou, porque a sua sobrinha Sofia, de dezasseis anos, estava a ter uma "crise de pânico". Sozinha, na ambulância, o mundo desabou. Depois, veio a polícia, e a verdade cruel: Trinta minutos. Trinta minutos poderiam ter salvado o meu filho, mas o Pedro escolheu o "drama" da sobrinha. Não era apenas negligência, era uma escolha consciente de me ignorar. Como podia a prioridade de um pai não ser o seu próprio filho moribundo? Como puderam a sua mãe e irmã chamarem-me "monstro" por sequer ousar existir, enquanto me culpavam pela morte do meu filho? E o que havia de errado com aquela Sofia, que parecia ter "crises" convenientemente, sempre que os planos do Pedro envolviam o Tiago ou a mim? A tristeza deu lugar a uma raiva fria e inabalável. Não seria apenas um divórcio. Não, a justiça do meu filho exigia mais. Eles iriam pagar. E eu faria com que cada um deles vivesse com as consequências das suas escolhas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10