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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson

Capítulo 2 

Palavras: 546    |    Lançado em: 27/06/2025

uinte, a cas

ul continuava na mesa

inha voltad

surpr

Roupas, alguns documentos, a única fotogr

minha vida nos últimos quatr

meu telemóvel tocou. Era

en

u o Inspetor Sil

ra calma e

im

as circunstâncias da morte do seu filho. Pr

ro.

dra? Ou prefere q

aí. É

o com o bolo na mesa e o cheiro a d

, fechando a po

-me para uma sala pequena e sem jan

eia-idade, com um olh

e contar-me o que

ebre, as chamadas não atendidas,

ona, sem emoção. Eu e

chamadas, di

itadas. To

algo no s

hor Pedro, disse que e

estava a ter uma

estava

elo menos foi o

or olhou

marido deu entrada. A hora de entrada foi às sete da noite. A senhor

com a

dez minutos da sua

a, deixando a in

para chegar lá com a sobrinha. E durante

" disse eu, a desculpa

mãos-livres. E vinte e sete chamadas... é um núm

amente para a

na. O médico disse que cada minuto contava. Se ele ti

isou de term

dos meus

orou a atender a emergência de outra pe

é tudo. Entraremos em contacto se

as minhas p

sol brilhava. O mundo cont

xi. Não tinha

nhora?" pergun

io à cabeça. A casa da minha amiga

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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
“Na noite em que o meu filho morreu, o céu estava limpo, sem uma única nuvem. O bolo de foguetão azul, intocado, esperava na mesa de jantar. O meu marido Pedro estava ali, na sala, mas não estava comigo. Enquanto o nosso Tiago, de quase três anos, ardia em febre, liguei-lhe vinte e sete vezes. Vinte e sete chamadas que ele ignorou, porque a sua sobrinha Sofia, de dezasseis anos, estava a ter uma "crise de pânico". Sozinha, na ambulância, o mundo desabou. Depois, veio a polícia, e a verdade cruel: Trinta minutos. Trinta minutos poderiam ter salvado o meu filho, mas o Pedro escolheu o "drama" da sobrinha. Não era apenas negligência, era uma escolha consciente de me ignorar. Como podia a prioridade de um pai não ser o seu próprio filho moribundo? Como puderam a sua mãe e irmã chamarem-me "monstro" por sequer ousar existir, enquanto me culpavam pela morte do meu filho? E o que havia de errado com aquela Sofia, que parecia ter "crises" convenientemente, sempre que os planos do Pedro envolviam o Tiago ou a mim? A tristeza deu lugar a uma raiva fria e inabalável. Não seria apenas um divórcio. Não, a justiça do meu filho exigia mais. Eles iriam pagar. E eu faria com que cada um deles vivesse com as consequências das suas escolhas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10