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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson

Capítulo 3 

Palavras: 536    |    Lançado em: 27/06/2025

e o seu sorriso desa

O que a

para a minha mala, para o meu rosto, e

eira vez q

ei por mim, chorei pela

z-me um chá e sentou-se co

ontei-lhe tudo. O Pedro, a

se ela, a sua voz cheia de raiva

a andar de um lado para o

r alguma coisa! Lembro-me quando ela queria aquele telemóvel ca

tecer vezes sem conta. Mas nunca

nta minutos poderiam ter

ou para mim, os s

ligência. É homicíd

ou no ar entre

fazer?" pe

a única coi

lena. Ele tem de pagar pel

vibrou. Era o

a vez. E ou

ente,

a casa e não estavas lá

stava cheia

mbora,

para casa, por favor. Precisamos

nte. A ideia de estar no mesmo espaço qu

eu, a minha voz fria. "N

a! Ele era meu filho ta

direitos ontem, quando escolh

lado. Depois, a voz da irmã

dro! Diz-lhe para parar com

ra mim: "Helena, por favor. Eu cometi um err

ias ido passar a noite a consolar a tua sobrinha. T

lig

har para mim, a s

e um advoga

mputador portátil e

da mãe desta cidade. Ele va

ra a janela. A vida lá fora continuav

parado, mas o re

nti uma faísca de raiva

o. O divórcio nã

nham de

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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
“Na noite em que o meu filho morreu, o céu estava limpo, sem uma única nuvem. O bolo de foguetão azul, intocado, esperava na mesa de jantar. O meu marido Pedro estava ali, na sala, mas não estava comigo. Enquanto o nosso Tiago, de quase três anos, ardia em febre, liguei-lhe vinte e sete vezes. Vinte e sete chamadas que ele ignorou, porque a sua sobrinha Sofia, de dezasseis anos, estava a ter uma "crise de pânico". Sozinha, na ambulância, o mundo desabou. Depois, veio a polícia, e a verdade cruel: Trinta minutos. Trinta minutos poderiam ter salvado o meu filho, mas o Pedro escolheu o "drama" da sobrinha. Não era apenas negligência, era uma escolha consciente de me ignorar. Como podia a prioridade de um pai não ser o seu próprio filho moribundo? Como puderam a sua mãe e irmã chamarem-me "monstro" por sequer ousar existir, enquanto me culpavam pela morte do meu filho? E o que havia de errado com aquela Sofia, que parecia ter "crises" convenientemente, sempre que os planos do Pedro envolviam o Tiago ou a mim? A tristeza deu lugar a uma raiva fria e inabalável. Não seria apenas um divórcio. Não, a justiça do meu filho exigia mais. Eles iriam pagar. E eu faria com que cada um deles vivesse com as consequências das suas escolhas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10