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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson

Capítulo 4 

Palavras: 510    |    Lançado em: 27/06/2025

na encontrou chama

tro da cidade, com uma vist

um fato caro. Ouviu a minha história sem m

, ele inclinou-

os meus pêsames. O que lhe aconte

calma e transm

a negligência dele, podemos argumentar por uma divisão de b

o caminho?"

danos morais e, potencialmente, uma quei

z uma

es da sua vida, da morte do seu filho. A família dele vai lutar com unhas

nhas mãos, pousa

ar-me monstro. Lembrei-me do Pedro a sa

silêncio no qu

e eu. "Esto

lho assenti

registos de chamadas, mensagens, qualquer prova que

udo no meu

mos pedir os registos hospitalares, os relatór

ela primeira vez desde a morte do Tiago, senti q

ano. Tinha

da Ana, ela estava à minha e

nt

cessá-los.

iu. Um sor

Finalm

l não parou de vibrar. Mensage

s louca? U

esta família

tás a fazer. Vai

sagens sem as

noite, recebi um e

a: "Pelo amo

ri

ava, que amava o Tiago, que estava destruído. Dizia que a f

al, ele

isto. Não manches a memória dele com uma luta

do meu filho

a minha tristeza se transf

ão en

a fazer isto

isto por just

utasse por ele, ni

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A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
“Na noite em que o meu filho morreu, o céu estava limpo, sem uma única nuvem. O bolo de foguetão azul, intocado, esperava na mesa de jantar. O meu marido Pedro estava ali, na sala, mas não estava comigo. Enquanto o nosso Tiago, de quase três anos, ardia em febre, liguei-lhe vinte e sete vezes. Vinte e sete chamadas que ele ignorou, porque a sua sobrinha Sofia, de dezasseis anos, estava a ter uma "crise de pânico". Sozinha, na ambulância, o mundo desabou. Depois, veio a polícia, e a verdade cruel: Trinta minutos. Trinta minutos poderiam ter salvado o meu filho, mas o Pedro escolheu o "drama" da sobrinha. Não era apenas negligência, era uma escolha consciente de me ignorar. Como podia a prioridade de um pai não ser o seu próprio filho moribundo? Como puderam a sua mãe e irmã chamarem-me "monstro" por sequer ousar existir, enquanto me culpavam pela morte do meu filho? E o que havia de errado com aquela Sofia, que parecia ter "crises" convenientemente, sempre que os planos do Pedro envolviam o Tiago ou a mim? A tristeza deu lugar a uma raiva fria e inabalável. Não seria apenas um divórcio. Não, a justiça do meu filho exigia mais. Eles iriam pagar. E eu faria com que cada um deles vivesse com as consequências das suas escolhas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10