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Não Me Procures: O Recomeço Impiedoso

Capítulo 2 

Palavras: 440    |    Lançado em: 30/06/2025

o buscar-me. Ele tentou ser atencioso, ajudando-me a e

ada. O seu toque er

ia um mausoléu. Cada canto guardava uma memória do Leo. O seu pequeno par de sapatos à entrad

estar, a falar ao telefone. Quan

" disse ela, com um sorriso forç

nas caminhei em dire

ntou ela, com a vo

filho," respond

irme. "Não é uma boa ideia. P

meu filho tinha mo

a e abri

caixa de brinquedos... tudo tinha desaparecido. As paredes, ant

arrancado

" virei-me para ela, a minha v

de superioridade. "Era preciso tirar estas coisa

tudo? Sem me

ou mais velha. Eu

lado da mãe. "Eva, a mãe só estava a tentar

e explodiu dentro de mim. "Vocês tiraram as coisas do meu f

com a minha mãe

E tu és o meu marido! De

Estás de luto, não está

ei, as lágrimas a escorrerem finalmente

a soluçar incontrolavelmente. Eles não entendiam. Eles nunca iriam entender.

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Não Me Procures: O Recomeço Impiedoso
Não Me Procures: O Recomeço Impiedoso
“Acordei no hospital, com o cheiro opressivo de desinfetante e o vazio deixado pela perda do nosso filho. O meu marido, Pedro, de olhos vermelhos, parecia chorar comigo. "O Leo não sobreviveu," murmurou ele, e o meu mundo desabou. Mas a dor do luto foi rapidamente substituída por uma frieza cortante. Pedro e a minha sogra, Helena, agiram rápido. Eles esvaziaram o quarto do meu filho, apagando cada rasto da sua existência, enquanto me acusavam de loucura e instabilidade. "Tens de seguir em frente," diziam, na verdade, queriam livrar-se de mim. Quiseram empurrar-me para a casa dos meus pais, enquanto Pedro desviava o foco para consolar a sobrinha. Eu era um incómodo, a minha dor, um problema a ser despachado. Não bastava ter perdido o meu único filho, tinha também a minha vida e a minha sanidade questionadas. Dormi sobre a dor, a raiva e a sensação de injustiça que me consumiam. Mas na calada da noite, a verdade escondeu-se numa gaveta. O relatório do acidente. Neguva. Negligência. Falha mecânica nos travões devido a manutenção negligente. Pedro, o mecânico, sabia. A ganância dele, a avareza, matou o nosso filho. Não foi um acidente. Foi uma escolha. Naquele instante, o amor dentro de mim morreu. Mas a minha alma renasceu. Peguei nos meus documentos e na minha herança, deixando para trás um bilhete simples. "Vou-me embora. Não me procures." Era o início da minha vingança. E desta vez, a justiça seria servida, não importava o custo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10