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A Noz Que Matou Meu Mundo

Capítulo 1 

Palavras: 550    |    Lançado em: 30/06/2025

o mundo pareceu parar. O barulho do hospital desapareceu, e

um objeto estranho. Um pedaço de

claras, mas a minha mente

rio do Leo. A minha sogra, Helena, insistiu e

e-lhe q

o é alérgico a nozes. O

a minha preocupação

inha altura, comíamos de tudo e ficávamos fortes. O meu Pedro comeu

dro, ficou ao la

. Além disso, é só um bocad

le. Confiei n

meu filho e

chorar no corredor, não p

re a inventar doenças, a dar-lhe porcarias para comer!

idente, cortando o

a consolar, abra

. Não é sua cul

xpressão que eu nunca tinha visto ant

fendeu. Nem u

e o meu casamento, tal com

e lágrimas e de força. O mundo deles continuava, com os

ocou. Era Pedro.

outra ve

, a minha voz era

e que

ar muito mal. Ela desmaiou. Precisamo

ulher que mat

amarga escapou

amos divo

o lado. Depois, a sua voz

isto que pensas? És inacreditável! A minha mãe está a sofr

rer. E eu? O que era eu

nós, Sofia! Para

efone. Bloqueei

ucas horas, elas seguravam a mãozinha d

ia. A única razão pela qual eu suportava os

le tinh

is nada para

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A Noz Que Matou Meu Mundo
A Noz Que Matou Meu Mundo
“Celebrávamos o terceiro aniversário do meu filho, Leo. A minha sogra, Helena, insistiu em fazer o seu famoso bolo de nozes. Avisara-a várias vezes: "Helena, por favor, o Leo é gravemente alérgico a nozes!" O meu marido, Pedro, um cúmplice sorridente, minimizou as minhas preocupações. Confiei nele. Mas agora, o meu Leo estava morto, asfixiado por um pedaço de noz. No corredor do hospital, a Helena gritava, não de dor, mas de raiva. "A culpa é dela! Nunca cuidou bem do meu neto!" O Pedro, em vez de me consolar, abraçava a mãe, a acusação nos seus olhos. Naquele instante, soube que o meu casamento, tal como o meu filho, tinha morrido. Liguei-lhe, a voz um sussurro rouco: "Pedro, vamos divorciar-nos." Ele explodiu: "Divorciar-te? Agora? A minha mãe está a sofrer, e tu só pensas em ti mesma?!" A mãe dele estava a sofrer? E eu? O que era eu? Uma estátua de pedra? Eles tinham roubado a vida do meu filho. E agora queriam roubar o seu futuro, a pouca herança que ele tinha. O advogado do Pedro pedia a anulação do casamento, alegando a minha "instabilidade mental", para ficarem com tudo. Como podiam ser tão vis? Tão desumanos? A dor deu lugar a uma raiva fria e inabalável. Eles queriam destruir-me? Não mesmo. Peguei no telefone e contactei a melhor advogada que consegui encontrar. Esta não era uma conversa. Era uma guerra. E eu não ia perder.”
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