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A Noz Que Matou Meu Mundo

Capítulo 2 

Palavras: 478    |    Lançado em: 30/06/2025

sala, que horas antes estava cheia de balõ

estavam na mesa da cozinha, um

fá, a cabeça entre as mãos

Os seus olhos estavam vermelhos, mas

s? A mãe pre

hospital. Com

saíram fri

se, aproximan

mãe não teve culpa

i que ia acontecer. Um ac

o braço, a sua for

mãe para não te sentires culpada. Tu é que e

o um soco. Eu era a mãe dele.

aço com força,

Pedro. Já não há mai

fazer as minhas malas, para fugir d

gora! O que é que as pessoas vão pensar? Que nos separámos logo

a nossa dor. Era a aparên

to com o que as

tem um nome a zelar. Não vais destrui

o meu caminho

inha fren

ersar como pesso

lho está morto por causa da tua mãe. E

contorceu-

res que eu a abandone

? Eu perdi o meu fi

e as lágrimas que eu segurava co

sua expressão suavizou-se. M

dos. Mas culpar os outros nã

dia. Ou não q

ldade familiar. Para mim, era um

ha mãe. O meu advogado en

a que me restava e entrei no quar

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A Noz Que Matou Meu Mundo
A Noz Que Matou Meu Mundo
“Celebrávamos o terceiro aniversário do meu filho, Leo. A minha sogra, Helena, insistiu em fazer o seu famoso bolo de nozes. Avisara-a várias vezes: "Helena, por favor, o Leo é gravemente alérgico a nozes!" O meu marido, Pedro, um cúmplice sorridente, minimizou as minhas preocupações. Confiei nele. Mas agora, o meu Leo estava morto, asfixiado por um pedaço de noz. No corredor do hospital, a Helena gritava, não de dor, mas de raiva. "A culpa é dela! Nunca cuidou bem do meu neto!" O Pedro, em vez de me consolar, abraçava a mãe, a acusação nos seus olhos. Naquele instante, soube que o meu casamento, tal como o meu filho, tinha morrido. Liguei-lhe, a voz um sussurro rouco: "Pedro, vamos divorciar-nos." Ele explodiu: "Divorciar-te? Agora? A minha mãe está a sofrer, e tu só pensas em ti mesma?!" A mãe dele estava a sofrer? E eu? O que era eu? Uma estátua de pedra? Eles tinham roubado a vida do meu filho. E agora queriam roubar o seu futuro, a pouca herança que ele tinha. O advogado do Pedro pedia a anulação do casamento, alegando a minha "instabilidade mental", para ficarem com tudo. Como podiam ser tão vis? Tão desumanos? A dor deu lugar a uma raiva fria e inabalável. Eles queriam destruir-me? Não mesmo. Peguei no telefone e contactei a melhor advogada que consegui encontrar. Esta não era uma conversa. Era uma guerra. E eu não ia perder.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10