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Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura

Capítulo 3 

Palavras: 640    |    Lançado em: 30/06/2025

do meu advogado chegou

voz uma mistura de

a-petição? A pedir metade de tudo?

e a minha

e, Pedro. Achavas que eu i

o filho não era

e disseram," corrigi eu. "Agora, vamos de

dade do outro lado da linha.

podes fa

teu advogado. Aliás, fala com o meu

uma pequena ond

i uma chamada de um núm

a, qu

a e falsa. Sofi

querida," respo

ue estás a ser um pouco... difícil.

seava-se numa mentira qu

ua voz, quando voltou,

a vida que nunca terias. Uma casa bonita, roupas

nada. Estou a reclamar

s uma ninguém. Uma arrivista. O Pedro cometeu um

teu próprio neto por nascer," disse eu. "Mal po

verias a levar

" disse eu,

esse, a que eu chorasse, a que eu pedisse desculpa mesmo quando

, Clara, era

ela, enquanto jantávamos no seu p

começo,"

stras do hospital. O advogado de Pedro tentou bloquear, alegando "angús

proximar-se. E Pedro

ra o apartamento de Clara qua

ferente. Cansa

falar," disse ele, a

gares. Isso também se ap

a suplicar. "A minha mãe... ela não está

bem quando me ligou para me i

nsa em nós! Tivemos bons

s fora por causa de dinheiro e da tua

rou o me

nheiro. O suficiente para recomeçares. Ap

ço, libertando-

u roubaste-me o meu filho. Fizeste-me acreditar que a cu

e entrei no prédio,

moronar. A sua arrogância tin

entia qual

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Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura
Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura
“"Seu marido tinha razão", disse o médico, entregando-me o envelope pardo. Dentro, o teste de paternidade confirmava: o feto não era do Pedro. Eu sentia um vazio esmagador. O meu casamento estava acabado e, para ele, a culpa era minha. Pedro já me esperava no carro, com um sorriso de alívio. "Eu sabia. A minha mãe nunca se engana." A Sofia. A mulher que transformou a minha vida num inferno. Ele queria o divórcio e que eu saísse de mãos vazias, "dada a situação". Cheguei ao nosso apartamento, que agora parecia estranho. Vi sapatos de mulher caros na entrada. Ouvi vozes que não eram as minhas. "Ela já sabe?", perguntou Inês, a amante. "Sim", disse Pedro. "Mostrei-lhe o teste falso que a mãe mandou fazer. Ela acreditou em tudo." O meu coração parou. Falso. Era tudo mentira. "Ela vai assinar os papéis do divórcio sem pedir nada", continuou ele, orgulhoso. "E o bebé?", perguntou Inês. "Era mesmo teu?" "Claro que era", respondeu Pedro. "Mas era a única maneira de me livrar dela sem lhe dar um tostão." O meu mundo desmoronou. O nosso bebé foi sacrificado por dinheiro? A raiva ferveu em mim. Eles armaram-me, me humilharam, me fizeram acreditar na pior das traições. Levanto a cabeça, os olhos fixos na hipocrisia à minha frente. "O teste era falso", afirmo, não pergunto. Pedro empalideceu. Ele pode ter-me roubado o amor, a casa, o filho, mas não me vai roubar a dignidade. "Divórcio? Sim, Pedro. Mas não vai ser como tu e a tua mãe planearam." Eles pensavam que iam ganhar, mas mal sabem que esta é apenas a minha declaração de guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10