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Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura

Capítulo 4 

Palavras: 636    |    Lançado em: 30/06/2025

e paternidade oficial ch

ra calma e profissional, mas eu co

Como esperado, a probabilidade de pat

o. Foi uma confirmação dolorosa.

Vargas. Qual é

ocial deles acabou de se desintegrar. Agora, eles ou aceitam as n

" disse eu. "A Sofia preza demasiad

Dr. Vargas. "Prepare-se.

eu. A sua primeira oferta foi um insulto. Uma pequena quantia em dinheiro,

as ao telefone. "Eu quero o que

melhor, mas ainda não era o que queríamos.

ado,"

omigo, a ouvir

a," disse ela. "

ou," g

gar a sua última carta. Ela ap

ntro da cidade. Ela entrou como se fosse a dona do lugar, ve

ela à rececionista, em voz alta, para que to

mim. Levantei-me e fu

a fazer?" pergun

a," sibilou ela. "Estás a humilhar o meu

conspiraste para me enganar," respondi, mantendo a

a, elevando a voz. "Esta mulher está a tentar extor

para olhar. Senti o meu rosto a c

ira," disse eu. "Nós temo

as!" gritou ela. "Tu és um

fiei-a. "Diz. Diz em f

a lutar contra o seu in

" disse ela, finalmen

ão acaba. Mas não vai acaba

ixando um silêncio cons

efe apro

está t

do fundo. "Apenas a resol

a tremer. Ela tinha cruzado uma linha. Tinha

fone e liguei

ma cena no meu trabalho. Acusou-me de fraude

sa do outro l

a. "Isso muda as coisas. Vamos adicionar uma queixa

"É exatamente i

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Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura
Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura
“"Seu marido tinha razão", disse o médico, entregando-me o envelope pardo. Dentro, o teste de paternidade confirmava: o feto não era do Pedro. Eu sentia um vazio esmagador. O meu casamento estava acabado e, para ele, a culpa era minha. Pedro já me esperava no carro, com um sorriso de alívio. "Eu sabia. A minha mãe nunca se engana." A Sofia. A mulher que transformou a minha vida num inferno. Ele queria o divórcio e que eu saísse de mãos vazias, "dada a situação". Cheguei ao nosso apartamento, que agora parecia estranho. Vi sapatos de mulher caros na entrada. Ouvi vozes que não eram as minhas. "Ela já sabe?", perguntou Inês, a amante. "Sim", disse Pedro. "Mostrei-lhe o teste falso que a mãe mandou fazer. Ela acreditou em tudo." O meu coração parou. Falso. Era tudo mentira. "Ela vai assinar os papéis do divórcio sem pedir nada", continuou ele, orgulhoso. "E o bebé?", perguntou Inês. "Era mesmo teu?" "Claro que era", respondeu Pedro. "Mas era a única maneira de me livrar dela sem lhe dar um tostão." O meu mundo desmoronou. O nosso bebé foi sacrificado por dinheiro? A raiva ferveu em mim. Eles armaram-me, me humilharam, me fizeram acreditar na pior das traições. Levanto a cabeça, os olhos fixos na hipocrisia à minha frente. "O teste era falso", afirmo, não pergunto. Pedro empalideceu. Ele pode ter-me roubado o amor, a casa, o filho, mas não me vai roubar a dignidade. "Divórcio? Sim, Pedro. Mas não vai ser como tu e a tua mãe planearam." Eles pensavam que iam ganhar, mas mal sabem que esta é apenas a minha declaração de guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10